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'É uma maratona, se disputa metro a metro', diz Doria, sobre eleição

A última pesquisa Datafolha jogou água na animação do DEM com a candidatura do prefeito de São Paulo ao Planalto

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13 OUT 2017Por Estadão Conteúdo14h01
Doria minimizou a informação de que o DEM teria desistido de lançar sua candidatura à PresidênciaFoto: Secom/SP

O prefeito de São Paulo, João Doria (PSDB), minimizou nesta sexta-feira, 13, a informação publicada na Coluna do Estadão que afirmava que o DEM teria desistido de lançar sua candidatura à Presidência da República em 2018. "Estamos em uma corrida que não é de 100 metros. É uma maratona, que se disputa metro a metro", disse, em Milão. Questionado sobre se estaria assumindo a candidatura com essa frase, Doria despistou.

"Eu nem me assumi como candidato, como posso desistir? Estamos todos numa corrida eleitoral. O PSDB, meu partido, estará presente. E certamente na condição de favorito. Quem achar que é uma corrida de 100 metros vai cansar rápido", afirmou o prefeito

A Coluna do Estadão publicada na edição desta sexta-feira do jornal O Estado de S. Paulo informou que a última pesquisa Datafolha jogou água na animação do DEM com a candidatura de Doria ao Planalto. Segundo a coluna, o partido se reuniu várias vezes com o tucano e abriu suas portas para ele, mas o discurso mudou, já que, na avaliação do partido, se ele continuar com desempenho ruim nas pesquisas, mesmo que ingressasse na sigla, demistas preferem não entrar num "projeto kamicaze" de comprar briga com o PSDB, um aliado histórico, e com Geraldo Alckmin para lançar o prefeito ao Planalto.

A mesma Coluna do Estadão informou ainda que o foco do DEM se voltou para o apresentador Luciano Huck, com quem a sigla mantém encontros frequentes.

Battisti

Antes de fazer mais uma palestra em Milão, onde está desde a quinta-feira, Doria voltou a cobrar que o governo brasileiro extradite Cesare Battisti, que foi na condenado à prisão perpétua na Itália pelo assassinato de quatro pessoas. "O Brasil não pode ficar abrigando criminosos sob proteção ideológica, como acontecia no governo do PT. Agora o governo é sério, e um governo sério aceita extradição."

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