Selo sugerido por Rosana Valle deverá isentar agências de turismo na Baixada Santista

Deputada pediu a regulamentação nos procedimentos de atendimento de turistas que chegam à região por meio das agências oficiais de turismo

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19 DEZ 2019Por Da Reportagem19h21
Até hoje cada cidade cobra uma taxa diferente para recepcionar grupos que chegam em ônibus ou vansFoto: Divulgação

Durante a 227ª reunião do Condesb, nesta quinta-feira (19), a Secretaria de Turismo do Estado de São Paulo apresentou um projeto piloto para implantação do Selo Metropolitano, que permite a circulação de ônibus de turismo entre as cidades da Baixada Santista.

Os técnicos da pasta mostraram a plataforma que possibilitará credenciamento e monitoramento das agências locais. Em maio deste ano, a deputada federal Rosana Valle (PSB/SP), fez o pedido ao secretário de Turismo, Vinicius Lummertz, visando potencializar a integração dos municípios.

A deputada pediu a regulamentação nos procedimentos de atendimento de turistas que chegam à região por meio das agências oficiais de turismo receptivo da Baixada Santista. O objetivo da regulamentação é fortalecer o receptivo regional pela criação do Selo Metropolitano Único.

Até hoje cada cidade cobra uma taxa diferente para recepcionar grupos que chegam em ônibus ou vans. “A ideia é que, com o selo, os grupos recepcionados pelas agências locais cadastradas, estejam isentos de cobrança. Isso vai permitir que os ônibus ou vans que transportam os turistas, possam circular pelas cidades da região sem pagar taxas quando o fizerem de um município para o outro”, defende Rosana.

"Precisamos nos unir e facilitar o turismo local. Muita gente não conhece as cidades vizinhas. Deveríamos ter um calendário metropolitano, alinhar nossos eventos e ter um site com a programação da nossa região. Isso já acontece em outros lugares do Brasil, como a Rota da Amizade, Serras Gaúchas e o Circuito das Águas. São exemplos de regiões que se uniram", explica Rosana.

A deputada lembrou que o turismo hoje é um grande gerador de empregos. “Em países em desenvolvimento, similares ao Brasil, o turismo tem sido a saída para sair da crise e do desemprego”, concluiu.