8 restaurantes ‘queridinhos’ da Baixada Santista que fecharam as portas

Nem todos os estabelecimentos tradicionais de Santos e Região resistiram à crise econômica ou à pandemia do Covid-19; confira quais

Restaurante Jamblam era um dos mais tradicionais do Centro de Santos

Restaurante Jamblam era um dos mais tradicionais do Centro de Santos | Nair Bueno/DL

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A Baixada Santista é reduto de bons restaurantes. A rotatividade e a diversidade de estabelecimentos deste tipo dá um rol de opções aos clientes que frequentam diariamente ou aos fins de semana. No entanto, assim como as baladas que encerraram as atividades, a Região tem uma lista de restaurantes “queridinhos” que, mesmo com a preferência dos santistas, fecharam as portas e ficaram só na memória.

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Mas o que explica o fechamento de tantos lugares preferidos? Neste ano, o setor apresentou alta. A expectativa dos comerciantes de bares e restaurantes da Baixada Santista foi superada no Carnaval deste ano com aumento de 10% no faturamento em comparação ao ano passado. A pesquisa, realizada pelo Sindicato de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares da Baixada Santista e Vale do Ribeira (SINHORES).

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Confira, a seguir, 8 restaurantes de Baixada Santista que fecharam as portas:

Café Paulista
O centenário restaurante localizado no início da Rua do Comércio e de frente para a Praça Rui Barbosa, no Centro Histórico de Santos, fechou as portas em 2017. Fundado em 1911, o local era um dos mais antigos e resistia aos avanços do tempo. Com o visual do início do século passado mantido e restaurado, o local não resistiu às mudanças que a região sofreu com descentralização do comércio de Santos. Mas nos mais de 100 anos existência, o Café Paulista foi refúgio para políticos e trabalhadores que buscavam um lugar para fugir das conversas de escritório durante o almoço ou no happy hour.

Bares e restaurantes da Baixada Santista têm alta de 10% no faturamento durante Carnaval

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Jamblam
Um dos mais conhecidos do Centro de Santos, o restaurante Jamblam fechou em 2019. O último dia de funcionamento foi em 28 de junho daquele ano. Localizado em frente a Linha Turística do Bonde, na Praça Mauá, número 33, o restaurante foi inaugurado na década de 1970 e fazia parte do cotidiano de muitos trabalhadores. Nas redes sociais a comoção foi grande. Internautas lamentaram o encerramento das atividades.

O Leitão
Uma das churrascarias mais famosas da Praia Grande também não resistiu à ação do tempo e encerrou as atividades em 2017. Nas redes sociais do empreendimento ainda é possível encontrar folders divulgados há mais de 7 anos com o valor do rodízio de carnes a R$ 59,90.

Mainah
Em 2021, o restaurante Mainah, muito conhecido no Centro de Santos, fechou suas portas após 12 anos de funcionamento. O local abriu pela última vez no dia 19 de fevereiro de 2021. O motivo do fechamento foi a pandemia da Covid-19. Segundo a responsável pelo estabelecimento, Edna Daguer, informou na época, mesmo com a reabertura, o movimento estava fraco e não foi possível continuar com o restaurante aberto.

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Paolla
O Restaurante Paolla estava situado em um local estratégico de Santos: esquina da Avenida Francisco Glicério com a Avenida Washington Luiz. Por muitos anos, o local recebeu famílias para o jantar ou para os almoços de fim de semana. Com o fechamento, o local deu lugar à Cantina Liliana, que está no local até hoje.

Boa Vista
Um dos restaurantes de frutos do mar mais famosos da Baixada Santista, o Restaurante Boa Vista, em São Vicente, fechou as portas em 2021. Com mais de 50 anos de funcionamento, o local tinha fãs assíduos. Há quem diga que não se come caranguejo em outro lugar.

Restaurante Jamblam fecha as portas após 48 anos em Santos

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Cachaçaria Água Doce
Espaçoso, com bons drinks, música ao vivo e instrutores de dança. Por muito tempo, a Cachaçaria Água Doce foi um point bem badalado nas redondezas do Canal 1. Assim como muitos, a pandemia foi o motivo do fechamento.

Milani Di Lui
O restaurante Milani Di Lui era a sensação do horário de almoço no Centro de Santos. Situado na Rua XV de Novembro, em frente ao Museu do Café, o local era disputado por quem gosta de apreciar um bom filé a parmegiana. Assim como boa parte dos restaurantes do Centro, o estabelecimento não resistiu à pandemia.