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Cotidiano

Em três meses, campus terão plano de segurança

A decisão foi tomada no final da tarde de ontem, numa reunião aberta na sede da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), no Centro

Ontem, um novo encontro foi realizado para tentar solucionar o problema / Diário do Litoral

Dentro de três meses, o Conselho da Juventude de Santos, a Polícia Militar, a Secretaria de Segurança de Santos, os centros acadêmicos e a direção das universidades terão em mãos um plano de segurança individualizado por faculdade para combater a violência sofrida por alunos no entorno dos 23 campus espalhados em Santos.    

A decisão foi tomada no final da tarde de ontem, numa reunião aberta na sede da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), no Centro. O encontro ocorreu porque ano de 2017 acabou, o de 2018 está no começo e universitários continuam na mira de bandidos que atuam no entorno das principais universidades da Cidade.

Ontem, um novo encontro foi realizado para tentar solucionar o problema visto que, após meses de reivindicações, poucos avanços ocorreram por parte do poder público e da direção das universidades. A Polícia Militar, por intermédio de uma comunicação com os alunos, conseguiu dar uma resposta um pouco mais rápida às ocorrências.    

O Centro Acadêmico Alexandre de Gusmão, da Faculdade de Direito da Universidade Católica de Santos (UniSantos), ano passado, chegou a fazer uma ‘carta aberta’ pedindo socorro às autoridades no sentido de conter o grande número de assaltos. O Diário publicou a luta dos universitários.

Conforme já publicado pelo Diário, os estudantes estão preocupados com uma possível morte de um colega, já que a tragédia por diversas vezes vem sendo anunciada. Eles já haviam iniciado um abaixo-assinado (entregue ontem na reunião para o promotor Ivan da Silva). O documento percorreu diversas faculdades e obtendo a adesão de alunos de inúmeros cursos

O major PM Gustavo Magnani chegou a sugerir uma campanha de segurança para os alunos, com dicas de como evitar roubos, assaltos e furtos. Ontem, também foi descoberto que a falta de segurança também atinge as escolas técnicas Dona Escolástica Rosa e Aristóteles Ferreira, além da Faculdade de Tecnologia Rubens Lara, que ficam próximas ao Canal 6 e, por sinal, próximas do 6º Batalhão de Polícia Militar do Interior (BPMI/6).       

No encontro foi reiterado que a Prefeitura cobrou câmeras de segurança das universidades que, por sua vez, não se manifestam até hoje sobre o pedido. 

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