Saúde

Baixada Santista recebe profissionais brasileiros do Mais Médicos

Os médicos fazem parte dos cerca de 1.400 brasileiros que aderiram ao último edital do projeto

Da Reportagem

Publicado em 10/10/2017 às 12:30

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Na Baixada Santista, seis cidades receberam os profissionais: Santos (3), São Vicente (2), Praia Grande (3), Guarujá (6), Cubatão (2) e Bertioga (1) / Divulgação

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338 profissionais brasileiros formados no exterior, do programa Mais Médicos, começaram ontem a atuar na atenção básica de 114 municípios, em São Paulo. Os médicos fazem parte dos cerca de 1.400 brasileiros que aderiram ao último edital do projeto. Com esse reforço, somando também aqueles com diplomas do país, já são 8.316 brasileiros no programa, o que representa 45,6% do total. No estado de São Paulo, 2.152 médicos já atuam pelo Mais Médicos.

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Na Baixada Santista, seis cidades receberam os profissionais: Santos (3), São Vicente (2), Praia Grande (3), Guarujá (6), Cubatão (2) e Bertioga (1).

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O número de médicos brasileiros participantes do Programa Mais Médicos aumentou 44% em menos de um ano. “Este momento é importante para o Brasil e para os brasileiros. Estamos avançando e tenho certeza que vamos oferecer mais qualidade na saúde e na atenção básica com a participação desses novos profissionais no programa Mais Médicos”, ressaltou o ministro da Saúde, Ricardo Barros.

Essa é a segunda fase do edital. A primeira foi voltada exclusivamente aos médicos brasileiros formados no país. Esses novos profissionais iniciam as atividades em Unidades Básicas de Saúde a partir de hoje em cerca de 800 municípios de 25 estados.

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Juntos, eles devem cobrir região com 4,8 milhões de pessoas. Ao todo, foram 1.985 inscritos, mais de um candidato por vaga.

Durante o mês de setembro, os novos médicos passaram pelo módulo de acolhimento realizado em Brasília (DF). Os profissionais participaram de oficinas educacionais sobre temas diversos, como legislação referente ao Sistema Único de Saúde (SUS), protocolos clínicos de atendimento do SUS, língua portuguesa e código de ética médica. Por fim, os intercambistas realizaram uma avaliação de conhecimento, ­necessária para a aprovação do profissional ­participante.

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