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Campanha de busca ativa da Tuberculose vai até esta sexta (26), em Santos

Em 2024, Santos contabilizou 116 novos casos de tuberculose. No ano passado, foram registrados 490 casos

Da Reportagem

Publicado em 22/04/2024 às 17:32

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Na campanha, o CCDI de Santos realizará testes nos munícipes que apresentarem os sintomas da doença, que possui cura e tratamento / Raimundo Rosa/PMS

A Secretaria de Saúde de Santos irá realizar até esta sexta-feira (26), uma campanha de intensificação de busca ativa da Tuberculose. O cidadão que estiver com tosse por três semanas ou mais, seja seca ou não, poderá participar da ação que será feita no Serviço de Atendimento Adulto, localizado no Centro de Controle de Doenças Infectocontagiosas (CCDI - Rua da Constituição, 556 - Paquetá), das 8h às 11h, e em todas as policlínicas de Santos, das 7h às 10h.

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Na campanha, o CCDI de Santos realizará testes nos munícipes que apresentarem os sintomas da doença, que possui cura e tratamento.

A campanha teve início na última quinta-feira (18) e já realizou 124 testes. Os resultados ficarão prontos num prazo de 15 dias e todos os pacientes serão contatados.

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A TUBERCULOSE

A Secretaria de Saúde de Santos realiza, durante o ano inteiro, o monitoramento e tratamento da doença no Município. Em 2024, Santos contabilizou 116 novos casos de tuberculose. No ano passado, foram registrados 490 casos.

A tuberculose pulmonar é a mais comum e altamente transmissível pelas gotículas expelidas na tosse, fala ou espirro da pessoa infectada. As gotículas que geram a contaminação contêm os bacilos causadores da doença - sendo o Mycobacterium tuberculosis o mais comum - e podem permanecer suspensos no ar por várias horas, o que facilita a transmissão.

Os medicamentos são disponibilizados gratuitamente pelo Governo do Estado. O tratamento tem duração de, pelo menos, seis meses, com ingestão assistida da medicação necessária na policlínica. O procedimento deve ser feito até o fim, para evitar o ressurgimento da doença com uma resistência maior ao medicamento utilizado. Se isso acontecer, é necessário realizar uma nova terapia. Em casos graves de resistência à medicação, o paciente deve ser internado.

Segundo o Ministério da Saúde, uma pessoa contaminada pode infectar de dez a 15 pessoas em média, em uma comunidade, durante um ano. O risco de transmissão ocorre enquanto o paciente elimina bacilos no escarro. Com o início do tratamento, a disseminação tende a diminuir gradativamente. Os imunossuprimidos são mais vulneráveis à infecção da tuberculose.

É importante manter os ambientes arejados, pois o bacilo é sensível à luz solar e a circulação do ar dispersa as partículas infectantes. Pessoas com suspeita de contaminação ou caso confirmado da doença devem usar máscaras até que o exame indique que o paciente não possui risco de transmissão.

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