Santos fecha cinco patrocínios pontuais para as finais do Paulistão

Além da Corr Plastik, o uniforme santista também será usado como peça de exposição por Dolly, Rafarillo, 99 taxis, Joli e Museu Pelé

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24 ABR 201521h38

O Santos vive em atrito recorrente com a emissora que detém os direitos de transmissão dos jogos no Brasil em função do pouco espaço que o clube tem, principalmente na TV aberta. Nos próximos dois domingos, porém, ao chegar pela sétima vez consecutiva na final do Campeonato Paulista, o Peixe terá a visibilidade que tanto pede. E, por conta disso, a diretoria alvinegra conseguiu fechar cinco patrocínios pontuais para os confrontos contra o Palmeiras. Os valores dos contratos não foram revelados.

Além da Corr Plastik, empresa de tubos e conexões, que fica estampada nas mangas na camisa santista por cerca de R$ 5 milhões, o uniforme santista também será usado como peça de exposição por Dolly, Rafarillo, 99 taxis, Joli e Museu Pelé.

O acordo com o museu que relata a histórica carreira do maior atleta de todos os tempos foi proposto pelo prefeito Paulo Alexandre Barbosa e aceito pelo presidente Modesto Roma Jr.

“O clube e a Cidade têm uma ligação muito forte. E este amor incondicional será exibido para milhões de pessoas em todo o país e em diversas partes do mundo, ajudando a fortalecer internacionalmente as marcas de Santos e do Museu Pelé”, destaco o prefeito.

A camisa não estará 'vazia' na final do Paulistão (Foto: Divulgação/Santos FC)

A marca de refrigerantes Dolly fechou um acordo para os shorts, enquanto a Rafarillo Calçados ficará com a barra frontal da camisa. O mesmo local, mas na parte de trás da camisa, a Joli, empresa de materiais de construção, terá sua marca exposta, enquanto a 99 taxi sairá na omoplata. Os espaços principais do uniforme, que são no centro da camisa e acima dos números, nas costas, ficarão com o Museu Pelé.

No fim do ano passado, a antiga gestão fechou patrocínios pontuais com a empresa de telecomunicações Huawei e alinhavou um contrato de uma temporada. Com a virada do ano, a equipe de Modesto Roma Jr assumiu o comando com a intenção de fechar o negócio. No entanto, a empresa chinesa passou por algumas reformulações internas, como a troca da pessoa que representa a Huawei na América Latina, e tudo isso esfriou o negócio, antes tão perto de um acerto. Sem tempo a perder, o Santos mantém contato com os chineses, mas partiu em busca de outras alternativas e segue em busca de um acordo longo.