X
Economia

Alimentos mais caros pressionam inflação ao consumidor no IGP-10 de janeiro

O Índice de Preços ao Consumidor (IPC-10) teve elevação de 0,36% em janeiro, após um avanço de 0,29% em dezembro

Cinco das oito classes de despesa registraram taxas de variação maiores, com destaque para o grupo Alimentação / Agência Brasil

Os alimentos ficaram mais caros no varejo, pressionando a inflação ao consumidor no Índice Geral de Preços - 10 (IGP-10) de janeiro, informou na manhã desta terça-feira, 16, a Fundação Getulio Vargas (FGV). O Índice de Preços ao Consumidor (IPC-10) teve elevação de 0,36% em janeiro, após um avanço de 0,29% em dezembro.

Cinco das oito classes de despesa registraram taxas de variação maiores, com destaque para o grupo Alimentação, que passou de uma queda de 0,16% em dezembro para aumento de 0,66% em janeiro, sob influência de itens como hortaliças e legumes, que saiu de -3,90% para 5,78% no período.

Os demais acréscimos ocorreram em Transportes (de 0,68% para 0,85%), Comunicação (de -0,22% para 0,20%), Despesas Diversas (de 0,13% para 0,19%) e Saúde e Cuidados Pessoais (de 0,36% para 0,41%). Houve impacto dos itens tarifa de ônibus urbano (de -1,53% para 0,59%), tarifa de telefone residencial (de -2,87% para 0,01%), alimentos para animais domésticos (de 0,14% para 2,50%) e protetores para a pele (de -2,95% para -1,10%), respectivamente.

Na direção oposta, as taxas foram menores nos grupos Habitação (de 0,38% para -0,23%), Vestuário (de 0,44% para -0,27%) e Educação, Leitura e Recreação (de 0,74% para 0,65%), com contribuição dos itens tarifa de eletricidade residencial (de 1,16% para -2,46%), roupas (de 0,38% para -0,50%) e passagem aérea (de 13,54% para -6,30%).

Deixe a sua opinião

VEJA TAMBÉM

ÚLTIMAS

ELEIÇÕES 2022

Janones critica 'arrogância' de discurso da esquerda no Twitter

'Arrogância de setores da elite intelectual não lhes permite compreender que João Gomes forma mais opinião que Chico e Caetano', escreveu

Meio Ambiente

Desmatamento na Amazônia caminha para se tornar incontrolável, dizem especialistas

Com os níveis atuais de desmatamento registrados -com diversos meses com destruição amazônica acima dos 1.000 km²-, os compromissos climáticos internacionais do Brasil podem ficar em xeque, especialmente a redução da emissão de gases-estufa

©2021 Diário do Litoral. Todos os Direitos Reservados.

Software