Pluft o Fantasminha: Primeiro filme infantil 3D brasileiro deve ser lançado em breve

O filme, que deve estrear neste verão em todo o Brasil, conta com a participação de atores premiados como André Melo, que já participou de produções internacionais premiadas em Cannes.

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13 DEZ 2019Por Da Reportagem16h37
O enredo gira ao redor da amizade entre Pluft e a pequena Maribel (Lola Belli).Foto: Reprodução/MF Press Global

Com previsão de estreia para o primeiro trimestre de 2020, Pluft o Fantasminha será o primeiro filme 3D infantil do Brasil e promete trazer o melhor desta tecnologia para contar a história repleta de mistério e também humor, tratando-se de uma adaptação para o cinema da clássica peça de teatro escrita por Maria Clara Machado em 1955, que já havia sido transformada em filme em 1965 e minissérie em 1975. 

O enredo gira ao redor da amizade entre Pluft e a pequena Maribel (Lola Belli), que se encontram numa casa abandonada. A menina foi sequestrada pelo pirata Perna de Pau (Juliano Cazarré) - que quer usá-la para achar o tesouro deixado pelo seu avô, o falecido Capitão Bonança Arco-íris - e espera pela ajuda dos atrapalhados marinheiros Sebastião (Arthur Aguiar), João (Lucas Salles) e Juliano (Hugo Germano), amigos do velho capitão.

O experiente ator André Melo, que já esteve em produções como Tropa de Elite, o longa italiano "El Tradittore", que foi premiado em Cannes e o filme Pacificado, produção norte-americana que estreia brevemente nos cinemas brasileiros, faz parte do elenco do primeiro longa infantil filmado em 3D no Brasil: "Geralmente o público infantil não é atendido pelas grandes produções brasileiras, então este filme entrará para a história também por olhar para este público que até então só tinha o cinema internacional como os estúdios Disney para recorrer. É uma honra fazer parte de um projeto como esse que entrará para a história do cinema nacional, além de ser baseado na obra de uma das maiores escritoras do nosso país para o público infantil", contou o ator.

A cineasta responsavel pelo longa é Rosane Svartman (Desenrola, Tainá - A Origem) que revela que o filme será diferente de todos os outros do gênero que falam de fantasmas: "Pluft tem pai e mãe fantasma, nunca foi um menino, portanto tentamos fugir de uma estética mórbida e também de efeitos impossíveis para a realidade de um orçamento de um filme brasileiro. Este efeito, mais artesanal, dá bastante trabalho mas vai ficar incrível".