Secretário de Transportes recebe associações novamente

O presidente da Associação dos Executivos da Baixada Santista (AEBS), Luiz Antonio de Lara, espera que o encontro de hoje traga soluções para todas as linhas de fretados

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29 JAN 201321h36

Representantes de associações de fretamentos e o deputado estadual Paulo Alexandre Barbosa, se reúnem com o secretário municipal de Transportes de São Paulo, Alexandre Moraes, a partir das 16 horas de hoje, para discutir possíveis mudanças na zona de restrição imposta pelo prefeito Gilberto Kassab, para a circulação de fretados.

O presidente da Associação dos Executivos da Baixada Santista (AEBS), Luiz Antonio de Lara, espera que o encontro de hoje traga soluções para todas as linhas de fretados. “Hoje (ontem) liberaram a Berrini por volta das 16 horas, mas isso só favorece as linhas que passam pela avenida. O problema continua nas avenidas Faria Lima e na Paulista”, afirmou.

Porém, o prefeito paulistano declarou ontem que apesar da liberação da avenida Luís Carlos Berrini, na zona sul de São Paulo, a restrição na Avenida Paulista continua. Na terça, Kassab disse que não iria recuar das medidas por causa dos protestos, e insiste que as mudanças melhoraram o trânsito na Capital.   

O deputado Paulo Alexandre já adiantou que insistirá no atendimento dos pedidos entregues na primeira reunião com a Comissão dos Fretados, como a criação de corredores alternativos às vias onde foi proibido o tráfego dos fretados.   

“Ao confirmar que irá receber pela segunda vez a comissão, o secretário mantém um canal de diálogo, para receber as nossas ponderações, que estão respaldadas pela realidade das ruas. A liberação de ônibus na Avenida Luiz Carlos Berrini foi uma concessão importante, mas há outras reivindicações que podem ser atendidas sem grandes consequências para o trânsito de São Paulo”, explicou Paulo Alexandre.

O deputado também pedirá mais agilidade na análise dos requerimentos das associações para a parada de ônibus em estacionamentos particulares em áreas restritas.

“Infelizmente, um dos nossos temores acabou ocorrendo. Passageiros dos fretados estão migrando para os carros de passeio. Há informações de pessoas que foram morar em Santos, por causa da qualidade de vida, e que agora retornam para a Capital. Sem falar da ameaça de demissão em decorrência dos atrasos”.