Palmeiras mantém rompimento, mas jogará Paulista com titulares por ritmo

O anúncio feito pelo diretor de futebol, Alexandre Mattos, tem o planejamento da comissão técnica como explicação

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07 JAN 2019Por Folhapress13h01
O anúncio feito pelo diretor de futebol, Alexandre Mattos, tem o planejamento da comissão técnica como explicaçãoFoto: Cesar Greco/Ag Palmeiras

O Palmeiras segue rompido com a FPF (Federação Paulista de Futebol), mas entrará no estadual com força máxima. O anúncio feito pelo diretor de futebol, Alexandre Mattos, tem o planejamento da comissão técnica como explicação.

É fundamental para o setor de preparação física que os atletas disputem jogos e não só treinos para que o ritmo ideal seja adquirido o quanto antes. A estreia no Paulista está marcada para o dia 20, contra o Red Bull, mas o principal objetivo da temporada começa no dia 6 de março: a Libertadores.

Até lá, os atletas precisam alcançar alguns objetivos físicos para desempenharem o máximo possível com a bola rolando. O rodízio adotado por Luiz Felipe Scolari, inclusive, faz parte das planilhas da comissão.

Desde o primeiro dia, o time alviverde tem feito testes com seus atletas para tentar se antecipar aos problemas e evitar lesões e desgastes.

Um fator que também atrapalha os planos alviverdes é o limite de inscrição da competição. O Paulista só permite que 26 nomes sejam inscritos e, apesar de dar a opção de uma lista ilimitada com nomes da base, impede que o time seja formado inteiramente de garotos.

Também por isso, o Palmeiras pretende ter apenas 30 atletas em seu elenco. Um número maior do que esse significa, necessariamente, atletas que ficarão sem poder disputar nenhuma partida oficial até a estreia da competição sul-americana.

Se dentro de campo o torcedor poderá ver seus principais atletas em ação, fora deles, é provável que os palmeirenses sigam ausentes. Maurício Galiotte, por exemplo, disse em entrevistas que nem iria à festa da federação mesmo se fosse campeão estadual.

Recentemente, a notícia de que a FPF proibiu o uso de vídeos não oficiais para eventuais processos também revoltou o clube alviverde. O Palmeiras recebeu a história como uma comprovação da entidade, praticamente admitindo que houve interferência externa na final de 2018, quando o Corinthians teve um pênalti contra cancelado no Allianz Parque.

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