Fábio Pimentel reeleito presidente do Sindest

Eleição ocorreu com chapa única, por aclamação, em assembleia da categoria. Projeto de lei sobre aposentadoria especial já está pronto, mas ainda não foi enviado a Câmara

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27 ABR 201511h11

Fábio Marcelo Pimentel foi reeleito para o segundo mandato consecutivo como presidente do Sindicato dos Servidores Estatutários Municipais de Santos (Sindest).

A eleição foi finalizada, por aclamação,  em assembleia da categoria. Apenas uma chapa estava inscrita. O processo eleitoral foi iniciado em dezembro de 2014.

Conforme o parágrafo único do artigo 75 do estatuto do sindicato, quando se inscreve apenas uma chapa, o recolhimento de votos em urnas fica dispensado e a eleição ocorre por aclamação, em assembleia.

A posse está marcada para 17 de junho e o mandato, de cinco anos, vai até 2020. Dos 42 componentes da executiva, conselho fiscal e representantes na federação, nove são mulheres.
Ao todo são mais de  12 mil funcionários estatutários da prefeitura, suas autarquias, fundações e câmara municipal, além de aproximadamente 2 mil aposentados, sendo mais de 4 mil associados ao Sindest.

Sindicalista Fábio Pimentel tomará posse para novo mandato de cinco anos, no próximo dia 17 de junho (Foto: Matheus Tagé/DL)

Fábio Pimentel já foi presidente por três gestões. As duas primeiras, consecutivas, de 1992 a 1998, em dois mandatos de três anos cada. A terceira gestão foi de 2010 a 2015.

O sindicalista foi fundador da entidade, sócio número 23, em 1989, e vice-presidente naquela primeira gestão, até 1992. Foi também eleito secretário-geral para a gestão de 1998 a 2001, mas se afastou em 1999.

Projetos

Fábio Pimentel espera “consolidar e ampliar as vitórias já alcançadas na atual gestão, principalmente os aumentos salariais acima da inflação conquistados pelo Sindest desde 2010”.
Na campanha salarial de 2015, por exemplo, os estatutários de Santos conseguiram correção de 8% nos salários, a maior da Baixada Santista e Litoral até o momento.

Além disso, o líder sindical destaca as correções nas grades salariais de várias funções, algumas chegando a 50%, como os enfermeiros. Essas campanhas específicas continuam em andamento.