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Tarcísio diz que quem confrontar PM na Baixada Santista 'vai se dar mal'

Ele disse que governo "não quer o confronto", mas garantiu que a polícia está preparada para enfrentar os criminosos

Folhapress

Publicado em 29/02/2024 às 15:38

Atualizado em 29/02/2024 às 15:50

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Tarcísio de Freitas disse que quem confrontar PM na Baixada 'vai se dar mal' / Divulgação/Governo do Estado

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Tarcísio de Freitas (Republicanos), governador de São Paulo, defendeu a 'Operação Verão' da Polícia Militar, na Baixada Santista. Com 38 mortes desde o início do mês, a operação é a mais letal de São Paulo desde o massacre do Carandiru. Ele disse que governo "não quer o confronto", mas garantiu que a polícia está preparada para enfrentar os criminosos.

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Na semana passada, o secretário de Segurança Pública Guilherme Derrite revelou que a Operação Verão irá continuar na Baixada Santista.

"Interessa para nós prender, porque um criminoso preso, é uma fonte de informação. [...] O combate, infelizmente, é um combate duro", disse, durante a chegada do tatuzão nas obras de extensão da Linha 2-Verde do Metrô.

"A gente não quer o confronto. Mas a polícia está preparada para o confronto. E quem confrontar, vai se dar mal", disse Tarcísio de Freitas, governador de São Paulo.

Quatro suspeitos são mortos durante confronto com a PM em São Vicente

Governador disse confiar no trabalho da PM. Questionado sobre denúncias de violação de direitos humanos e falhas da PM, Tarcísio disse que "as pessoas daquela comunidade são pressionadas pelo próprio tráfico de drogas para dizer isso ou aquilo".

Sobre o combate ao crime organizado, Tarcísio disse que o governo "está travando um combate contra o crime organizado, que tomou espaços do nosso território. Esse combate é duro, esse combate é difícil. É um combate que está sendo orientado por inteligência", garantiu.

"Seria muito fácil para nós ver o que está acontecendo: traficantes armados de fuzil, armados de pistola, e dizer 'não vou combater' porque isso, de repente, gera uma repercussão negativa na mídia. Tem uma pressão da imprensa e não quero essa pressão. E muitos fizeram isso no passado. Nós resolvemos: eu vou combater porque nós queremos devolver os espaços para o cidadão", jsutificou.

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