Com recorde de crimes em hospitais e comércios, treinamento em Mongaguá foca em técnicas de sobrevivência urbana / Reprodução/freepik
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O ano passado foi o pior da série histórica para feminicídios fora do ambiente doméstico em São Paulo. Duzentas e setenta mulheres foram vítimas desse crime no estado, sendo que 109 delas foram mortas em espaços públicos, como ruas, comércios, locais de trabalho e hospitais.
Os dados são da Secretaria da Segurança Pública (SSP), que aponta que esses assassinatos representam 40,3% do total de casos.
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Diante desses números, a sensação de insegurança entre as mulheres cresceu consideravelmente. Em Mongaguá, as moradoras poderão participar, no próximo dia 23 de abril, de um treinamento exclusivo de defesa pessoal para mulheres.
A iniciativa, realizada em parceria com a instituição de ensino Uniasselvi, une condicionamento físico a aulas pensadas para que as participantes desenvolvam a percepção de ambiente e a intuição, pilares fundamentais para a dissuasão de confrontos.
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As aulas abordarão técnicas específicas de desvencilhamento e reação em diferentes cenários de vulnerabilidade. A autodefesa auxilia também na autoestima, reduz os níveis de ansiedade em locais públicos e fortalece a saúde mental.
As inscrições devem ser feitas exclusivamente pelo telefone (13) 99158-6569, que também atende via WhatsApp. A aula terá início às 13h, e o local será informado apenas no ato da inscrição, visando garantir a segurança e o sigilo das participantes.