UPA da Rodoviária promove treinamento de classificação de risco com funcionários

A ação foi direcionada a todos os membros da equipe que atende na UPA Rodoviária e apresentou o Protocolo de Manchester, que será implantado no local a partir de 2 de março

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27 FEV 201517h48

A Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Matheus Santa Maria (conhecido como PAM Rodoviária) promoveu, na última quarta-feira (25), um treinamento com os enfermeiros abordando a ‘Classificação de Risco’. A iniciativa será implantada na unidade a partir do dia 2 de março.

Os funcionários da UPA receberam uma palestra com explicações relacionadas ao Protocolo de Manchester — a UPA Rodoviária será a primeira unidade de saúde da Baixada Santista a implantar esse protocolo —, que é o tema central da reformulação no atendimento. A conversa comandada pelo enfermeiro, Daniel Alves, foram apresentados quais os aspectos principais do protocolo e como será a implantação do serviço.

“Todos que trabalham na unidade precisam saber o que está acontecendo para que o atendimento seja realizado da melhor forma. E a classificação de risco vai possibilitar a melhora no serviço que realizamos”, explicou Daniel.

Para a enfermeira de plantão, Luciane Matos de Souza, a classificação de risco vai ajudar da melhor maneira na condução dos serviços prestados na UPA. “Com a colaboração de toda a equipe da unidade, acredito que vamos conseguir fazer um bom trabalho com a implantação da classificação de risco”, comentou.

A ação foi direcionada a todos os membros da equipe que atende na UPA Rodoviária e apresentou o Protocolo de Manchester, que será implantado no local a partir de 2 de março (Foto: Pedro Rezende/PMG)

Um dos objetivos na implantação do Protocolo de Manchester é priorizar os atendimentos críticos que chegarem na unidade de saúde. Onde serão todos classificados com pulseiras de cores diferenciadas que identificarão a necessidade para o auxílio ao paciente.

Protocolo de Manchester – A ação classifica, após uma triagem baseada nos sintomas, os doentes por cores, que representam o grau de gravidade e o tempo de espera recomendado para atendimento. Aos doentes com patologias mais graves é atribuída a cor vermelha, atendimento imediato; os casos muito urgentes recebem a cor laranja, com um tempo de espera recomendado de dez minutos; os casos urgentes, com a cor amarela, têm um tempo de espera recomendado de 60 minutos. Os doentes que recebem a cor verde e azul são casos de menor gravidade (pouco ou não urgentes) que, como tal, devem ser atendidos no espaço de até duas horas ou mais.