Oficina de fotografia gratuita tem início no Camp Cubatão

A ideia é que com as oficinas, os alunos consigam se tornar agentes da própria história, que a vida na cidade seja o material e que eles se tornem os “contadores” dessas histórias

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07 MAI 201512h04

Aguçar o olhar das pessoas é a proposta do projeto Estúdio Improvisado que chega a Cubatão neste mês. As oficinas de fotografia gratuitas são voltadas para os jovens do Camp Cubatão e serão ministradas sempre às terças-feiras entre os dias 12 de maio a 16 de junho. A ideia é que com as oficinas, os alunos consigam se tornar agentes da própria história, que a vida na cidade seja o material e que eles se tornem os “contadores” dessas histórias.

As oficinas têm como tema “retratos” e serão divididas em três etapas. Primeiramente, os participantes terão aulas introdutórias, abordando questões históricas, técnicas e teóricas da fotografia. Em um segundo momento da oficina, os alunos passam para a parte prática, fazendo as fotografias das pessoas que espontaneamente demonstrarem interesse. E para finalizar, depois de impressas todas as fotos, os alunos montarão porta-retratos com suas fotos, para contemplarem o que foi aprendido em sala de aula.

Aguçar o olhar das pessoas é a proposta do projeto Estúdio Improvisado que chega a Cubatão neste mês (Foto: Divulgação)

“O principal objetivo é criar um a oportunidade para pessoas iniciantes na prática de aprenderem um pouco mais sobre a história da fotografia, compreendendo, através do estudo do retrato, sua relação com a história da arte”, explica Werner Heilig, fotógrafo e professor das oficinas.

O projeto Estúdio Improvisado é realizado com recursos do ProAC (Programa de Ação Cultural) pela 3S Projetos contando com o patrocínio da Birla Carbon – Columbian Chemicals Brasil. “O apoio da nossa empresa a este projeto representa um estímulo aos jovens do município de Cubatão, por meio da cultura. Além disso, com o aprendizado nas oficinas, eles poderão multiplicar esse conhecimento para colegas e familiares e, quem sabe, até virar uma profissão”, explicam Priscila Centrone e Daniela Petty, responsáveis pelos projetos sociais da região América do Sul.