Em plena segunda-feira, GCM dispersa cerca de 500 pessoas em aglomerações

Ações visam combater a disseminação da Covid-19 na Cidade

Comentar
Compartilhar
15 JUN 2021Por Da Reportagem14h20
Chegando aos locais, os agentes de depararam com grandes aglomerações, que reuniam cerca de 250 pessoas cada umaChegando aos locais, os agentes de depararam com grandes aglomerações, que reuniam cerca de 250 pessoas cada umaFoto: Divulgação/PMSV

A Guarda Civil Municipal (GCM) de São Vicente segue firme para coibir aglomerações na Cidade. Depois de um fim de semana de muito trabalho e sucesso na força-tarefa que percorreu diversos pontos do Município, nesta segunda-feira (14) a GCM recebeu denúncias de irregularidades em dois bares. Chegando aos locais, os agentes de depararam com grandes aglomerações, que reuniam cerca de 250 pessoas cada uma.

Com a chegada dos guardas, os estabelecimentos encerraram as atividades e os frequentadores foram dispersados sem a necessidade de qualquer ação mais rígida.

Esse tipo de ocorrência não é comum nas segundas-feiras e é um sinal de que as pessoas relaxaram os cuidados necessários para evitar a disseminação da Covid-19.

Denúncias

Os munícipes podem colaborar com a GCM no combate à pandemia, realizando denúncia por meio do telefone 153 ou pelo WhatsApp (13) 99641-0112.

Fim de semana

A força-tarefa de São Vicente, formada por Guarda Civil Municipal (GCM), Vigilância Sanitária e  Secretaria de Desenvolvimento do Comércio, Indústria e Assuntos Portuários (Secinp), percorreu a Cidade na noite do último sábado (12) e madrugada de domingo (13).

O pior cenário foi na Marina Aquarium, no Japuí, onde era realizada uma festa clandestina com mais de 500 pessoas. A força-tarefa encerrou a festa, lavrou autos pela falta do uso de máscaras e apreendeu equipamentos de som. Não houve resistência por parte dos participantes da festa

Na mesma noite, a força-tarefa dispersou uma aglomeração com mais de 20 pessoas em um píer no Gonzaguinha e dezenas de pessoas que também se aglomeravam em quiosques do Itararé. Neste último caso, foi preciso uso de gás de pimenta e bombas de efeito moral para dispersar o público, já que muitas pessoas se recusavam a deixar o local. Dois estabelecimentos foram autuados.