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Vereador cobra explicações sobre compra de peça para elevadores de hospital na ZN

Três elevadores do Complexo Hospitalar da Zona Noroeste estão quebrados, dificultando o acesso de pacientes

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28 NOV 2016Por Da Reportagem11h10
Expositor de folhetos é colocado em frente a um dos elevadores que está quebrado há mesesFoto: Rodrigo Montaldi/DL

Refletiu na Câmara, a denúncia do Diário do Litoral, publicada há cerca de 30 dias, que três elevadores do Complexo Hospitalar da Zona Noroeste Doutor Arthur Domingues Pinto, que envolve a Maternidade Silvério Fontes e o Pronto-Socorro, em Santos, estavam, e ainda estão, quebrados, trazendo transtornos diários para centenas de pacientes que utilizam o equipamento.

Na última sessão, o vereador Evaldo Stanislau (Rede) apresentou requerimento ao prefeito Paulo Alexandre Barbosa (PSDB) questionando qual o motivo do processo de compra de uma peça ter durado um ano e cinco meses. “Da forma que os hospital está funcionando, se ocorrer uma intercorrência, não há como socorrer ou transferir paciente nenhum para a emergência. A Prefeitura assume a responsabilidade legal pela falta de atendimento adequado?”, indaga o vereador, que é médico.

Stanislau ainda quer saber do prefeito qual o protocolo firmado diante de uma parada cardiorrespiratória numa emergência; se os usuários não mereciam ao menos uma placa avisando que os elevadores não estão funcionando e se não é mais fácil trocar os equipamentos ao invés de aguardar as peças, entre outros questionamentos.      

Em 25 de outubro, a Reportagem do Diário esteve no local e constatou que o descaso é tão grande que um expositor de folhetos foi colocado em uma das portas para garantir que nenhum usuário perca tempo aguardando o transporte.  

Prefeitura

A Prefeitura havia prometido consertar até a primeira quinzena de novembro, mas não cumpriu.

Semana passada, a Administração respondeu que a empresa responsável pelo equipamento já encomendou a peça necessária para que os elevadores voltem a funcionar. Antes, havia dito que o processo de compra de peça foi aberto em junho de 2015, mas o pregão eletrônico resultou em deserto e que havia conseguido aprovação para realizar a compra direta.

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