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Policial civil e acusado de tráfico são baleados durante operação em Guarujá

Em viatura descaracterizada, a equipe da DIG foi recebida a tiros na Favela do Caranguejo; no revide, um dos acusados também foi baleado

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01 AGO 2017Por Gilmar Alves Jr.19h48
Viatura onde estava a equipe da DIG alvo dos disparosFoto: Divulgação/Polícia Civil

Um policial da Delegacia de Investigações Gerais (DIG) de Santos e um acusado de tráfico foram baleados durante uma operação na Favela do Caranguejo, em Guarujá, no início da manhã desta terça-feira (1º). O acusado ferido foi preso em flagrante. Já o comparsa dele, autor do disparo que feriu o policial, conseguiu escapar, mas está identificado.

Atingido no ombro direito, o investigador Janer Chaves de Lima Júnior, de 41 anos, está internado na Casa de Saúde de Santos, onde foi submetido a uma cirurgia. Ele passa bem.

Baleado no fêmur esquerdo, o acusado de tráfico Matheus da Silva dos Santos, de 18 anos, está no Hospital Santo Amaro (HSA). Até a noite desta terça, ele ainda aguardava por uma cirurgia, segundo a assessoria de imprensa do hospital.

De acordo com a Polícia Civil, uma operação com o objetivo de reprimir o tráfico de drogas em diversos locais de Guarujá era deflagrada quando a equipe da qual participa o policial Janer foi recebida a tiros próximo a um beco na Rua Santo Amaro.

Tão logo identificaram que se tratava de uma viatura descaracterizada, Matheus e Wellington Medeiros de Pádua, conhecido como Wellington Barão, iniciaram os disparos, segundo a polícia.

Janer conduzia a viatura. O disparo inicialmente atingiu o colete balístico do policial, na altura do tórax, rompeu a capa protetora e arrastou-se até romper a capa do lado oposto, transfixando o corpo e alojando-se no ombro.

Mesmo ferido, Janer revidou, assim como mais dois investigadores.

Na revista pessoal em Matheus, os investigadores apreenderam entorpecentes, dinheiro e um rádio comunicador. Ao lado de onde ele caiu após o disparo, foi recolhido o revólver de calibre 22 usado por ele.

Informações

Após o tiroteio, equipes da DIG fizeram diligências de campo para apurar a identidade do segundo envolvido e chegaram ao nome dele. Fotografia de arquivo de Wellington foi exibida aos policiais que acompanhavam Janer e o reconhecimento foi imediato.

O delegado Luiz Ricardo de Lara Dias Júnior, titular da DIG, representou pela prisão preventiva de Wellington.

Já Matheus foi autuado por tráfico de drogas, associação ao tráfico, posse ilegal de arma de fogo e tentativa de homicídio. Após o registro da ocorrência na DIG, ele foi encaminhado para a cadeia anexa ao 1º Distrito Policial de Guarujá, em Vicente de Carvalho. 

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