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Especial 100 dias: Cautela e responsabilidade são palavras de ordem em Mongaguá

Professor Artur Parada Prócida comando pela 5ª vez o Executivo de Mongaguá

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09 ABR 2017Por Rafaella Martinez11h00
Cautela e responsabilidade são palavras de ordem em MongaguáFoto: Matheus Tagé/DL

“A perspectiva que temos não poderia ser diferente: crescer, gradualmente, com cautela e responsabilidade. Hoje, não há dívidas que não estejam dentro do orçamento do ano, ou seja, não haverá prejuízos ou endividamentos indevidos. Essa situação nos permite seguir com o planejamento dos nossos trabalhos, pois com a saúde financeira dos cofres públicos, o passo seguinte é continuar a investir nas obras que já estavam encaminhadas”. A fala é do Professor Artur Parada Prócida, que comando pela 5ª vez o Executivo de Mongaguá.

O prefeito elenca obras importantes em construção, como a  Creche no bairro Agenor de Campos, o mais populoso da cidade. Ele afirma também que equipamentos prontos, como a creche do bairro Itaguaí, a UPA e a USF Vila Atlântica ainda aguardam pela chegada de equipamentos. “No caso da creche, é preciso equipá-la e mobiliá-la, algo improvável no momento, haja vista que um projeto que visa destinar verbas oriundas dos governos Estadual e Federal para diversos setores, entre eles a Educação, está travado na Câmara de Vereadores. Nesse contexto também se encontra a UPA e a USF, que precisam de equipamentos, cujos recursos para tal estão no bojo do projeto”, ressalta.

O prefeito destaca também um estudo para a ampliação do sistema de monitoramento, que foi implantado recentemente, além das obras nos canais de escoamento de águas pluviais e as interveções na avenida Mario Covas Jr. com recursos da verba DADE.

“Não há como deixar de evidenciar que uma das nossas maiores vitórias até agora foi manter Mongaguá com as contas em dia, seja com os fornecedores, prestadores de serviços, ou com o funcionalismo. Infelizmente a realidade de muitos municípios é greve dos servidores e empresas que deixam de prestar serviços por falta de pagamento. A crise econômica nacional atingiu duramente a todos. E aqui, conseguimos, até agora, contornar esta situação”, ressalta o Administrador.

Ele reconhece que há sim dificuldades no andamento dos trabalhos. “Pode até soar repetitivo, mas não há como deixar de lado a crise econômica que assola o Brasil. Com a queda de arrecadações e repasses é inevitável que os municípios sofram de maneira contundente. Estamos nos esforçando para que as contas fiquem em dia, mas investir em épocas de crise não é uma tarefa simples. Hoje, estamos focados em continuar mantendo a cidade num cenário econômico saudável”, finaliza.

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