Na hora de se candidatar para uma vaga de emprego, muitos candidatos veem como obstáculo plataformas que possibilitam um contato indireto com a empresa. No caso da Gupy, existem alguns pontos aos quais os usuários devem prestar atenção na hora de montar o seu currículo e seguir com o processo seletivo.
Ao Diário do Litoral, à porta-voz da Gupy, Luana Horchuliki, explicou alguns tópicos que devem ter a atenção redobrada e quais devem ter a atenção redobrada por conta de alguns detalhes específicos.
Currículo
Nesse sentido, a Gupy reforça que o candidato deve priorizar a qualidade e a clareza no currículo. Isso ocorre porque diversos recrutadores de diferentes empresas visualizam o documento simultaneamente. Além disso, os agentes de inteligência artificial analisam essas informações em todas as vagas que o usuário disputar na plataforma. Portanto, manter os dados organizados facilita o trabalho tanto dos humanos quanto do algoritmo.
Inclusive, a empresa destaca que o processo não se trata de “passar pela IA“, mas sim facilitar que a tecnologia identifique sua verdadeira capacidade para a vaga. “Quanto melhor você se descreve, melhor ela consegue fazer o seu trabalho”, explica. A profissional ainda esclareceu que o que prejudica o candidato não é a ausência de palavras, mas a falta de informações relevantes. Além disso, ao editar um documento para a vaga, é importante que o currículo tenha uma escrita e tópicos voltados para o respectivo cargo.
Outro ponto importante é deixar o currículo sempre atualizado e acrescentar experiências relevantes ao perfil, pois a Gupy trabalha com informações atuais.
Evite
Mesmo que o currículo esteja ajustado para a respectiva vaga de emprego, a Gupy indica que se deve evitar siglas internas ou jargões usados pela empresa onde o candidato trabalhava anteriormente. Em alguns casos, os agentes de IA entendem melhor os termos reconhecidos pelo setor.
Ao mostrar os resultados e tarefas, não opte por listas e responsabilidades genéricas, mas sim por quais projetos já foram entregues, metas atingidas e o impacto gerado. “Isso é o que realmente importa“, declarou.
Exames
Esta parte costuma ser a mais polêmica entre os candidatos, visto que engloba a etapa mais crucial no processo seletivo, pois trata-se de provas comportamentais, lógica, idiomas e avaliações técnicas. Normalmente criadas pelas próprias empresas, elas têm como propósito auxiliá-las a entender os perfis dos potenciais funcionários que estão se candidatando à vaga.
Diante deste cenário, a Gupy afirma que se deve atentar aos seguintes tópicos que estão presentes na galeria abaixo antes de começar a preencher os testes da plataforma:
A representante ainda explica que a aprovação dos candidatos não é feita por uma plataforma de IA, mas pelos recrutadores e gestores da empresa. A tecnologia de inteligência serve apenas para “organizar as candidaturas em uma lista de ordenação, priorizando perfis que mostram maior aderência aos requisitos definidos pela empresa”.
Nesse sentido, a representante explica que os recrutadores e gestores da empresa, e não uma plataforma de IA, decidem a aprovação dos candidatos. Afinal, a inteligência artificial serve apenas para organizar as candidaturas em uma lista de ordenação. Dessa forma, o sistema prioriza perfis que mostram maior aderência aos requisitos que a própria empresa definiu.
Jamais faça isso
Além dos cuidados com o currículo, a Gupy deixa claro que os candidatos não devem usar dados de terceiros para candidatura. Isso porque, além de ser ilegal, tal prática configura fraude de informações e compromete a confiança que as empresas depositam na plataforma. Os candidatos também devem evitar ferramentas de “copiar e colar”, especialmente nas avaliações técnicas e comportamentais. Afinal, os recrutadores identificam comportamentos suspeitos com facilidade e podem barrar o avanço da candidatura.
Inclusive, a recomendação é que os usuários jamais mintam na plataforma, evitando inserir competências que não possuam apenas para conseguir a aprovação. Portanto, se o recrutador descobrir a farsa durante o processo seletivo, o candidato prejudica seu desempenho na entrevista e coloca em risco sua própria reputação profissional.
A plataforma ainda destaca que o candidato deve conhecer bem a empresa antes de começar o processo seletivo como um todo, pois os recrutadores percebem quando o participante não sabe informações sobre a respectiva companhia, dados do setor e detalhes da vaga.
Nesse contexto, o candidato precisa controlar fatores como barulho, iluminação e interrupções frequentes no ambiente da chamada de vídeo. Isso porque o recrutador pode interpretar até mesmo uma conexão instável como falta de preparo para a entrevista. Além disso, o profissional deve manter contato visual direto com a câmera, eliminando qualquer distração que prejudique o foco na conversa.






