Turismo
Segundo dados da pesquisa Pecuária Municipal (PPM), divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e EstatÃstica (IBGE), o estado rendeu cerca de R$ 183,3 milhões
A produção de camarões é responsável por fornecer setor emprega por volta de 3 mil empregos diretos e indiretos / Pixabay
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Até o final de abril, diversas espécies de camarão estão enfrentando o período de renovação e reprodução e isso fará com que aconteça uma escassez do crustáceo. Só que, existe uma região em específico que é responsável pela produção de 8,9 mil toneladas por ano.
Trata-se do estado da Paraíba, onde segundo dados da pesquisa Pecuária Municipal (PPM), divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 2024 o estado conseguiu render cerca de R$ 183,3 milhões em valor de produção.
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No quesito de empregos, a Associação dos Carcinicultores da Paraíba (ACP) afirma que o setor emprega por volta de 3 mil empregos diretos e indiretos.
Com este montante, o estado conseguiu superar Pernambuco (6,6 mil toneladas), Bahia (4,8 mil toneladas), Piauí (4,3 mil toneladas) e Sergipe (4,2 mil toneladas).
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Graças ao excesso de camarões, o crustáceo chegou a se tornar até mesmo merenda nas escolas, e diversos restaurantes passaram a oferecer este alimento de forma constante em diversos restaurantes que oferecem este prato em excesso.
Este cenário pode ser visto em diversas regiões da Paraíba, como João Pessoa, Itabaiana e Salgado de São Félix.
Consumir camarão pode ser ótimo para o corpo humano, por conta de sua fonte de proteína e nutrientes essenciais.
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Segundo especialistas do Instituto de Pesca (IP-Apta), da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, esses crustáceos ainda contribuem para um bom sistema imunológico, já que os camarões são ricos selênio, vitamina B12, zinco e ômega-3, além de ajudar na saúde do coração e possuírem um baixo teor de gordura.
O período de defeso do camarão já está em vigor e impõe restrições à pesca de diversas espécies para garantir a reprodução e a renovação dos estoques naturais. A medida começou no fim de janeiro e segue até o dia 30 de abril.
Durante esse intervalo, a captura da maioria dos camarões fica proibida, como forma de proteger o ciclo reprodutivo dos crustáceos e assegurar a sustentabilidade da atividade pesqueira.
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