Cotidiano
O perÃodo de defeso do camarão já está em vigor e impõe restrições à pesca de diversas espécies para garantir a reprodução
Durante esse intervalo, a captura da maioria dos camarões fica proibida / Pixabay
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O perÃodo de defeso do camarão já está em vigor e impõe restrições à pesca de diversas espécies para garantir a reprodução e a renovação dos estoques naturais. A medida começou no fim de janeiro e segue até o dia 30 de abril.
Durante esse intervalo, a captura da maioria dos camarões fica proibida, como forma de proteger o ciclo reprodutivo dos crustáceos e assegurar a sustentabilidade da atividade pesqueira.
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Apesar da proibição geral, a legislação brasileira prevê uma exceção. A pesca do camarão-branco da espécie Penaeus subtilis continua permitida durante o perÃodo de defeso, desde que respeitadas regras especÃficas de captura.
A autorização busca equilibrar a preservação ambiental com a manutenção da atividade pesqueira, especialmente para pescadores artesanais que dependem da prática como fonte de renda.
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Mesmo com a exceção, a pesca por arrasto com tração motorizada permanece vetada para diversas espécies, como o camarão-rosa, o sete-barbas e o camarão-branco da espécie Penaeus schmitti.
Fora do cardápio: por que o camarão não deve ser consumido até o fim de abril
Esse tipo de método é considerado mais agressivo ao meio ambiente e pode prejudicar a reprodução das espécies, motivo pelo qual segue proibido durante o perÃodo.
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No caso do camarão-branco (Penaeus subtilis), a captura só é autorizada por métodos alternativos, que não utilizem tração motorizada.
A legislação permite a captura da espécie por meio de redes com malha especÃfica, geralmente entre 5 e 6 centÃmetros entre nós, além de equipamentos manuais ou artesanais.
Essas técnicas são consideradas menos impactantes ao ambiente marinho e permitem que a atividade continue de forma controlada.
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Mesmo durante o defeso, o consumo de camarão segue permitido, desde que o produto tenha origem legal.
Entre os casos autorizados estão:
Órgãos ambientais recomendam que consumidores exijam nota fiscal e verifiquem a procedência do pescado para evitar a compra de produtos irregulares.
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