Comerciários aguardam sanção presidencial para regulamentação da profissão

Categoria está reunida em seminário em Praia Grande. País tem 10 milhões de comerciários, sendo 60 mil na Baixada Santista

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01 MAR 201320h08

Cerca de 10 milhões de comerciários, sendo 2,5 milhões no Estado de São Paulo e 60 mil na Baixada Santista e Litoral aguardam para este mês a sanção presidencial sobre a regulamentação da profissão, já aprovada pela Câmara Federal e Senado.

A informação é de Luiz Carlos Motta, presidente da Federação dos Empregados no Comercio no Estado de São Paulo (fecomerciários), entidade que promove em Praia Grande, no Centro de  Lazer dos Comerciários, seminário sobre Segurança e Saúde.

"Nossa expectativa é de que neste mês a presidente Dilma sancione  a lei e regulamente sem vetos a profissão de comerciário que vem sendo reivindicada durante muitos anos", disse ao Diário do Litoral o líder sindical dos comerciários.

E concluiu: "Quando isto ocorrer, vamos comemorar bastante pois foi uma lura difícil e que exigiu muita mobilização da categoria."

Em seminário da Fecomerciários, sindicalistas defendem que a luta por segurança e saúde deve ser prioridade na agenda dos trabalhadores (Foto: Matheus Tagé/DL)

Seminário

Mais de 300 pessoas participaram ontem do 1º Seminário de Saúde e Segurança do Trabalhador Comerciário, realizado pela Federação dos Comerciários do Estado de São Paulo, no Centro de Lazer dos Comerciários em Praia Grande.

O evento, aberto pelo presidente Luiz Carlos Motta, culminou com a oficialização do departamento de Saúde e Segurança e o lançamento do Selo de Reconhecimento Social da Fecomerciários, iniciativas que aprimoram as ações da entidade nas áreas sociais e de saúde e segurança dos trabalhadores no comércio.

O encerramento no início da noite desta sexta-feira (1) foi feito pelo Deputado Federal Paulo Pereira da Silva (PDT), Paulinho, Presidente da Força Sindical. Ao Diário do Litoral ele disse que as centrais sindicais pretendem levar para Brasília na próxima quarta-feira, dia 6, cerca de 50 mil trabalhadores.

"Será uma Marcha de Trabalhadores contra atos do Governo Federal e vamos protestar entre outras coisas pelo fim imediato do fator previdenciário e contra a MP 595 dos Portos, que acaba com o mercado de trabalho de portuários e avulsos", disse o sindicalista.

Leia esta matéria completa na edição impressa do Diário do Litoral.