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Polícia

Operação Escudo vai ser retomada após sumiço de soldado

A ação ocorre como resposta a ataques praticados contra policiais militares

Da Reportagem

Publicado em 17/04/2024 às 10:15

Atualizado em 17/04/2024 às 13:02

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A retomada da ação foi anunciada pelo porta-voz da PM Emerson Massera durante entrevista à TV Band / Divulgação/Governo do Estado

Operação Escudo vai ser retomada após sumiço de soldado A gestão Tarcísio de Freitas (Republicanos) pretende retomar a Operação Escudo na região, decisão foi motivada pelo desaparecimento do soldado da PM Luca Romano Angerami, 21, na madrugada de domingo (14) na Baixada Santista.

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A ação ocorre como resposta a ataques praticados contra policiais militares. A retomada da ação foi anunciada pelo porta-voz da PM Emerson Massera durante entrevista à TV Band. "A Operação Escudo já foi retomada com todo rigor. A tendência é que ela seja ainda mais reforçada. Nós não descansaremos enquanto os responsáveis por esse crime sejam identificados e respondam efetivamente por ele", disse Massera.

A Secretaria da Segurança Pública (SSP) declarou, em nota, ter ampliado o policiamento na Baixada Santista na segunda-feira (15) após o desaparecimento do soldado. "Cerca de 250 policiais foram deslocados para reforçar o policiamento na região e auxiliar nas buscas", diz a nota. O termo Operação Escudo não foi mencionado.

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PM DESAPARECIDO

Policiais civis e militares buscam pelo paradeiro do policial. Uma câmera de segurança registrou o soldado em uma adega antes do desaparecimento. O veículo do soldado, um Toyota Corolla, foi localizado abandonado na rodovia Cônego Domênico Rangoni, em Guarujá ainda no domingo.

Romano mora no litoral paulista, mas trabalha no 3º Batalhão de Polícia Militar Metropolitano, com sede no Jabaquara, na zona sul de São Paulo. Ele faz parte de uma família de policiais. Um homem foi detido por policiais militares após confessar de forma informal envolvimento no desaparecimento.

Ele relatou que o policial foi baleado e seu corpo atirado na ponte do Mar Pequeno, em São Vicente. No entanto, em depoimento posterior em uma delegacia, preferiu se manter em silêncio. A versão do homem segue sendo investigada, mas com certo descrédito pelas forças policiais.

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