Guarda Civil Municipal de Praia Grande realiza ação em terreno abandonado

O local vinha sendo utilizado por moradores de rua como verdadeiros acampamentos e começava a apresentar problemas que poderiam até mesmo interferir na Saúde Pública

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13 MAR 201512h31

Um terreno abandonado na Rua Guadalajara, no bairro Guilhermina, foi alvo de uma força-tarefa da Guarda Civil Municipal (GCM) e outros órgãos da Prefeitura na tarde de quarta-feira (12). O local vinha sendo utilizado por moradores de rua como verdadeiros acampamentos e começava a apresentar problemas que poderiam até mesmo interferir na Saúde Pública, como acúmulo de lixo e drogadição.

O Setor Operacional da GCM vinha recebendo algumas reclamações a respeito do local e a ação foi realizada com o intuito de solucionar os problemas. Para isso, as equipes contaram com apoio de funcionários da Secretaria de Serviços Urbanos (Sesurb) e fiscais da Secretaria de Urbanismo (Seurb).

De acordo com o inspetor Félix, moradores de rua costumavam dormir no local, levando papelões, móveis quebrados e até entulhos de construções para o terreno. “Esse tipo de situação, além de ocasionar a proliferação de lixo e insetos, está relacionada também com a questão do consumo de drogas e pequenos delitos, como os furtos”.

O material foi retirado do local e as pessoas foram orientadas sobre a possibilidade de irem para a Casa de Estar (abrigo municipal) mas se recusaram. “Infelizmente, preferem ficar nas ruas. Não entendem que podem ter uma vida diferente se aceitarem a ajuda do Poder Público”, observou o inspetor.

Na mesma rua, em um outro terreno, foi constatada também a suspeita de furto de energia e de água. Os proprietários dos terrenos serão notificados para tomarem providências que evitem que a situação volte a ocorrer. De acordo com legislação municipal, os proprietários de terrenos são responsáveis pela limpeza e manutenção de muros nessas áreas.

Esse tipo de ação faz parte do trabalho preventivo realizado constantemente pela GCM, que tem como princípios mínimos de atuação a proteção dos direitos humanos fundamentais, a preservação da vida, o patrulhamento preventivo e o compromisso com a paz. Entre as competências está a proteção de bens, serviços e instalações públicas. Atualmente, o efetivo da corporação é de 308 homens e mulheres, mas até o final do ano esse número será ampliado, já que um concurso público está em andamento para a contratação de mais 100 homens.

A participação da população na solução de problemas de desordem social é fundamental. Denúncias podem ser feitas pelos telefones 199 e 153.