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Ainda segundo Audrey, os usuários reclamam bastante do funcionamento das plataformas elevatórias para atender as pessoas com deficiência. “Com essas informações podemos fiscalizar de uma maneira efetiva. A empresa que presta o serviço de transporte público na nossa cidade precisa respeitar o que está no contrato. Dessa forma os próprios usuários vão poder cobrar”.

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