Comprar um Imóvel na Planta

Pesquise referências da empresa e analise bem as condições antes de fechar negócio!

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03 JUN 201415h32

Checar o histórico da construtora e conhecer seus diretos em relação a possíveis atrasos na obra. Estão entre os pontos mais importantes a serem avaliados. Uma das modalidades de compra de um imóvel é quando ele ainda está na planta, ou seja, antes de sua construção. Uma das vantagens é a facilidade de pagamento das parcelas durante a obra, normalmente menores do que a entrada de um imóvel pronto, que é de no mínimo 20% do valor total.

1. Escolha bem o Local: Ao visitar o estande de vendas, conheça bem o bairro, se o empreendimento está bem localizado e se atende suas necessidades de transporte, comércio e segurança.

2. Faça uma pesquisa sobre a Construtora: Para evitar aborrecimentos, é importante fazer uma pesquisa sobre o histórico da construtora. É possível checar na justiça, no Conselho Regional de Engenharia e no PROCON se há processos e se a obra está regularizada junto à prefeitura com alvará, registros e projetos anteriores.

3. Visite o Apartamento Decorado: Entre as desvantagens, está o tempo de espera para o término das obras, o que pode demorar de dois a três anos, e o fato de não se conhecer realmente o apartamento ou casa que está comprando, a não ser pela maquete e o apartamento decorado que normalmente estão montados nos estandes de vendas.

Checar o histórico da construtora e conhecer seus diretos em relação a possíveis atrasos na obra (Foto: Divulgação)

4. Negocie a forma de Pagamento: Diferente de um imóvel já pronto, que a entrada é de no mínimo 20% do valor total, quando se compra um apartamento na planta é possível negociar a forma de pagamento da parte da construção. A maioria das construtoras permite que isso seja feito de forma flexível, conforme a renda do comprador e o quanto ele pode pagar de entrada.

5. Tenha os documentos necessários em Mãos: Leve para a assinatura do contrato carteira de identidade, CPF, certidão de nascimento, de casamento ou de emancipação, comprovante de endereço, carteira de trabalho e extratos de FGTS se forem usar. E também as três últimas faturas de cartão de crédito, três últimos recibos de aluguel, três últimos extratos bancários, três últimos contracheques, declaração de Imposto de Renda com recibo e, em caso de empresários, o contrato social e a última alteração contratual.