Schumi completa um mês em coma, e assessora rechaça especulações

Desde aquele 29 de dezembro, poucas informações sobre o estado de saúde do piloto alemão foram divulgadas. Nesta quarta-feira, então, não poderia ser diferente

29 JAN 2014 • POR • 12h36

Foi há exatamente um mês que Michael Schumacher acabou internado em coma induzido no Centro Hospitalar Universitário de Grénoble, na França, após sofrer um grave acidente quando esquiava na estação de Méribel. Desde aquele 29 de dezembro, poucas informações sobre o estado de saúde do piloto alemão foram divulgadas. Nesta quarta-feira, então, não poderia ser diferente.

Sabine Kehm, assessora de imprensa do heptacampeão mundial de Formula 1, divulgou um novo comunicado aos jornalistas, mas, novamente, não mencionou uma única palavra sobre o estado de saúde do germânico. “Estou salientando novamente que qualquer declaração sobre a saúde de Michael que não venha dos médicos que estão tratando dele ou de sua equipe deve ser considerada especulação”, afirmou Sabine. “Repito que não vamos comentar nenhuma especulação”, acrescentou.

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Assim, oficialmente, Michael Schumacher segue em estado crítico e estável, mesma situação na qual se encontra desde os primeiros dias após o acidente. Ele se lesionou quando foi esquiar com o filho, Mick, e um grupo de amigos na estação de Méribel, em Saboia. O ex-piloto escorregou após passar por uma pedra escondida sob a neve e caiu, batendo a cabeça em uma outra rocha. Michael estava rodando fora de pista no momento do acidente, segundo apontaram as investigações da polícia de Albertville.

O alemão foi levado foi levado ao hospital de helicóptero, e a suspeita inicial era de que a pancada havia sido leve. Porém, horas mais tarde, o traumatismo craniano sério e o coma foram confirmados. Desde então, ele já passou por duas cirurgias para reduzir a pressão intracraniana e para a remoção de coágulos. Os médicos, entretanto, não divulgam novas informações sobre a condição do heptacampeão desde o último dia 17, quando revelaram que Schumacher sofreu “lesões cranianas sérias e difusas”.