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Guarujá

Prefeitura de Guarujá exige explicações efetivas da Sabesp em até 48 horas

Secretaria Municipal de Meio Ambiente oficiou a empresa nesta segunda-feira (1º); anteriormente a Prefeitura já havia discutido situação com o Ministério Público, Arsesp e Comdema

Reservatório Sabesp / Créditos: Helder Lima

A Prefeitura de Guarujá exigiu explicações efetivas da Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) em até 48 horas sobre a falta de abastecimento de água no Município. A Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Semam) enviou ofício à Unidade de Negócio da Baixada Santista – Divisional Guarujá da Sabesp nesta segunda-feira (1º).

A Administração Municipal requer medidas do Plano de Escassez Hídrica, como a disponibilização de caminhões-pipa para o abastecimento emergencial nos bairros afetados. A pedido do Município, a Agência Reguladora de Serviços Públicos (Arsesp) já esteve na Cidade fazendo vistorias nas instalações da Sabesp.

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O documento cobra ainda um relatório detalhado com informações técnicas sobre a falta de abastecimento e explicações ao Conselho de Saneamento Ambiental de Guarujá. "O poder público municipal tem sido rigoroso e cobrado a Sabesp e a Arsesp a respeito desta questão. Semana passada nossas equipes realizaram uma agenda conjunta com todos os atores envolvidos para buscar soluções", afirma o secretário municipal de Meio Ambiente, Antônio Lopes.

 

Prefeitura já havia procurado MP e agência reguladora

A Prefeitura já havia alertado a Sabesp sobre o problema por diversas vezes. Há sete dias, em 25 de julho, servidores públicos da Semam se reuniram com representantes do Ministério Público (MP), integrantes do Conselho Municipal de Defesa do Meio Ambiente (Comdema) e Arsesp para alinhar a fiscalização técnico-operacional aos serviços da Sabesp no Município.

Os técnicos da Arsesp atuaram em Guarujá de segunda (25) a sexta-feira (29) fiscalizando as condições de operação e instalações dos serviços de abastecimento de água, esgotamento sanitário e atendimento comercial prestados pela Sabesp. Foram verificados ainda a qualidade da água fornecida, falta de investimentos previstos, não atendimento ao contrato e reclamações de usuários.

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