A Ermida de Santo Antônio do Guaibê é uma capela do século XVI / Divulgação/PMG
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A Ermida do Guaibê e o Forte de São Felipe, localizados na região conhecida como Rabo do Dragão, receberam uma vistoria técnica na última quinta-feira (9). A ação teve como objetivo avaliar as condições estruturais e os acessos entre os dois pontos, analisando possibilidades de restauração e revitalização.
A visita foi coordenada pelas secretarias municipais de Turismo, Cultura e de Meio Ambiente e Segurança Climática, em parceria com a Secretaria de Turismo e Viagens do Estado.
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As análises envolvem aspectos como acessibilidade, sustentabilidade, turismo e preservação cultural, seguindo diretrizes do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional e do Departamento de Articulação, Fomento e Educação (DAFE).
Os locais são considerados patrimônios históricos e estão inseridos em Área de Proteção Ambiental (APA), com acesso pela Trilha das Ruínas, que atravessa uma região preservada de Mata Atlântica.
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A Ermida de Santo Antônio do Guaibê é uma capela do século XVI, uma das primeiras igrejas do Brasil, frequentada pelo José de Anchieta. Construída com pedras de sambaquis e óleo de baleia, a edificação é cercada por histórias marcantes da colonização.
Entre elas, está o chamado Milagre das Luzes, que narra um fenômeno em que a capela teria se iluminado sozinha durante a noite, acompanhado por sons considerados celestiais, segundo registros históricos.
O Forte de São Felipe foi construído em 1552 por ordem de Tomé de Souza / Divulgação/PMGJá o Forte de São Felipe, construído em 1552 por ordem de Tomé de Souza, é um importante exemplar da arquitetura militar portuguesa do século XVI. O local também ficou marcado pela passagem do aventureiro alemão Hans Staden, que viveu na região durante um período de conflitos com povos indígenas.
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