Guarujá

Médicos para as comunidades caiçaras de Guarujá serão repostos em 30 dias

Comunidade do Rabo do Dragão estava aguardando a boa notícia que vai favorecer famílias caiçaras

Carlos Ratton

Publicado em 12/07/2022 às 07:00

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A contratação de médico está na lista de prioridades da Secretaria Municipal de Saúde do Município / Divulgação

Uma boa notícia promete resolver um problema crônico envolvendo as comunidades caiçaras de Guarujá.

No máximo em 30 dias, a Administração Municipal irá repor um profissional de Saúde para atendimento domiciliar na Prainha Branca e Região do Rabo do Dragão.

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A contratação está na lista de prioridades da Secretaria Municipal de Saúde do Município.

Durante o período, o atendimento não sofrerá desassistência, sendo realizado pela enfermeira da Equipe de Saúde da Família (ESF) do Perequê.

A chegada de um médico é muito esperada. Esta semana, a população iniciou um abaixo-assinado visando angariar 350 nomes pedindo que um médico atenda regularmente moradores das comunidades que vivem às margens do canal de Bertioga.

"Falta um profissional para atender a área verde. A última que fazia isso saiu e até hoje estamos sem outra médica substituta para repor no lugar. Iniciamos um abaixo assinado para tentar sensibilizar profissionais que desejam realizar o atendimento. Há idosos e crianças que precisam de assistência", afirma o secretário geral da Associação dos Moradores e Amigos da Cachoeira da região do Rabo do Dragão, Sidnei Bibiano da Silva.

A liderança explica que os problemas de atendimento médico na região do Rabo do Dragão ocorrem desde que terminou o Programa Mais Médicos, do Governo Federal. No entanto, a situação se agravou nos últimos 30 dias, pois os pacientes da área verde, que são identificados por uma carteirinha da mesma cor na Unidade de Saúde da Família (USAFA) do Bairro Perequê, estavam sem atendimento.

Segundo Bibiano, a profissional atendia uma parte dos moradores da praia do Perequê e outra de moradores de comunidades tradicionais caiçaras ribeirinhos de familiares, famílias de pescadores que vivem às margens do canal de Bertioga, caseiros dos condomínios região e a comunidade da Prainha branca.

"Estamos tendo problemas também com falta de dentistas e também a ausência de uma sala de atendimento específico para psicólogos na USAFA", finaliza.

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