Valdivia conquista Kleina treinando e jogando com tornozelo inchado

Para Kleina, a participação do jogador em cerca de 30 minutos da vitória por 3 a 1 sobre o Oeste, provou sua importância.

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25 JAN 201321h44

Em sua primeira entrevista coletiva no ano, há duas semanas, Gilson Kleina não poupou Valdivia. Criticou até a antiga diretoria por “passar a mão na cabeça” do chileno, que se apresentou com quatro dias de atraso após as férias e só foi multado. Agora, porém, o meia caiu nas graças do técnico por estar treinando e se colocando mesmo com complicações ainda no tornozelo esquerdo.

“O Valdivia termina os treinos com o tornozelo inchado, para se ver o comprometimento. Está com uma limitação, mas quer participar, voltar a jogar”, comentou o treinador, que deve voltar a deixar o camisa 10 no banco neste domingo, diante do Penapolense, por sua condição física.

“O Valdivia ainda não tem condição, mas está buscando isso. Está chamando muito mais atenção o comprometimento dele com todos, treinando mesmo com botinha em uma articulação na qual qualquer trauma ou batida dói muito. E ele não deixa de fazer nenhum treinamento”, enalteceu o técnico.

Para Kleina, a participação do jogador em cerca de 30 minutos da vitória por 3 a 1 sobre o Oeste, na quarta-feira, com assistência para o último gol, provou sua importância. “Em 30 minutos, foi possível ver como a equipe aflora com ele. E preciso enaltecer que ele se dispõe mesmo com o tornozelo inchado”, insistiu.

Gilson Kleina concedeu sua primeira entrevista coletiva no ano (foto: Divulgação)

Em meio à nova visão que tem do jogador, que alegou ter treinado nas férias e foi comprovada melhora na sua musculatura, Gilson Kleina nem soube do interesse do River Plate. E já avisou que não vai pedir para a diretoria facilitar o pedido do técnico Ramon Díaz, do clube argentino.

“Esse interesse para mim é novidade, mas o Valdivia está dentro dos nossos planos e treinando forte para reverter seu quadro”, comentou, colocando o chileno agora como um dos pontos animadores para a temporada.

“Temos que trazer coisas positivas, não só de saída, de quem não quer jogar ou não quer vir. Temos que enaltecer este grupo reduzido e muito comprometido, fazendo o que estamos pedindo. Assim, com um passo de cada vez, podemos ter vitórias”, projetou.