Se marcar gol no Palmeiras, Marcos Assunção não sabe se comemorará

Quando questionado sobre um possível gol no clássico, o exímio cobrador de faltas despistou.

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22 JAN 201323h57

Na sua apresentação como reforço santista, nesta terça-feira (22), Marcos Assunção se mostrou feliz por retornar ao clube de seu coração, mas não deixou de lembrar do carinho que “aprendeu” a ter pelo Palmeiras, seu ex-time. Quando questionado sobre um possível gol no clássico, o exímio cobrador de faltas despistou.

“Isso é uma coisa de momento, na hora. Eu acho que alguma coisa vai acontecer quando jogar Santos e Palmeiras. Eu vi o jogo do Santos no sábado e no domingo eu assisti ao do Palmeiras com meu filho. Eu sou um cara muito bom nisso, sei separar as coisas”.

Marcos Assunção reafirmou que tem um carinho especial pelo Palmeiras, mas deixou claro que isso não vai interferir no seu desempenho com a camisa do Peixe.

“Eu sempre tento fazer o melhor para que as pessoas possam estar satisfeitas com meu trabalho. E a partir do momento que você passa três anos num clube, você acaba pegando amor pelo clube. Eu aprendi a gostar das pessoas, da torcida do Palmeiras. O Santos é um time que eu tenho, sou torcedor, nunca escondi isso. No Palmeiras eu deixei amigos, tenho um carinho enorme, mas hoje minha vida é o Santos”, finalizou.

Marcos Assunção foi apresentado oficialmente nesta terça-feira (Foto: Divulgação/Santos FC)

Volante se espanta com modernidade do CT

Marcos Assunção está treinando desde o dia 3 de janeiro, quando se apresentou no Palmeiras (mesmo sem contrato), e iniciou os trabalhos físicos no CT Rei Pelé na semana passada. O jogador acredita que em duas semanas já pode ser escalado por Muricy Ramalho, e não escolhe posição para isso.

“Primeiro de tudo eu tenho que estar bem. Onde eu vou jogar eu não sei. Eu estou aqui para ajudar, para somar. Eu vou treinar, trabalhar muito. O gostoso é que aqui no Santos as pessoas são muito amigas”.

Ao retornar ao Peixe, já que atuou na Vila em 96, 97 e 99, o jogador de 36 anos não escondeu a boa surpresa que teve ao se deparar com as novas instalações do CT.

“Em 96, quando eu cheguei, eu fiquei até meio perdido. Não sabia onde ficava a sala de fisioterapia, os vestiários. São duas fases bem diferentes, praticamente eu vi o CT sendo construído. Quando eu fui embora já tinha o CT, mas não era como é hoje”.