Todo mundo já mascou um chiclete na vida, não é verdade? Mas e durante uma Copa do Mundo, treinando a Seleção Brasileira? Ancelotti pode estar nessa lista curiosa. Inclusive, o treinador italiano gasta entre R$ 18 e R$ 36 por partida com o hábito.
A marca em questão é a Big League Chew, que já recebeu elogios públicos do treinador e está entre suas favoritas.
Por exemplo, em sua estreia pela Seleção Brasileira, Ancelotti consumiu cerca de oito gomas de mascar, sendo cinco no primeiro tempo e três no segundo.
Mas por que ele masca tanto chiclete?
O italiano utiliza o chiclete como uma forma de controlar a ansiedade e o nervosismo à beira do gramado.
Antes, nos anos 2000, época em que Ancelotti ganhou notoriedade como técnico, ele fumava com frequência. A prática era bastante comum naquele período e chegou a ser um hábito adotado até mesmo por jogadores de futebol.
No entanto, em 2010, a Fifa proibiu oficialmente o uso de cigarros nas dependências dos estádios.
A título de curiosidade, em sua estreia pela Seleção Brasileira, Ancelotti mascou nove chicletes durante a partida.
O doce é da marca Big League Chew e custa cerca de 3 euros por unidade. O treinador já chegou a citar a marca ao comentar sobre seu costume, transformando o produto em uma curiosidade entre torcedores e fãs do futebol.
Chiclete na Copa do mundo?
No próximo sábado (13), o Brasil estreia na Copa do Mundo de 2026, e a expectativa é que mais chicletes sejam devorados pelo treinador italiano.
Após dois amistosos — a goleada sobre o Panamá e o jogo mais truncado contra o Egito —, a Seleção Brasileira encara o Marrocos na estreia da competição.
Somado a isso, Haiti e Escócia também fazem parte do Grupo C e serão os outros dois adversários do Brasil na primeira fase.
