Ancelotti ‘revela’ por que masca tanto chiclete à beira do campo e ‘dá dica’ de marca

A título de curiosidade, em sua estreia pela Seleção Brasileira, Ancelotti mascou nove chicletes durante a partida

Estreia acontece na próxima quinta-feira (5)/ CBF - Divulgação

Treinador estreia na Copa do Mundo no próximo sábado (13)

Se você já assistiu a algum jogo da Seleção Brasileira nos últimos tempos, provavelmente percebeu que o treinador Carlo Ancelotti está sempre mascando chiclete. Mas você sabe a razão por trás desse hábito? A explicação pode estar ligada a um antigo vício: o cigarro.

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O italiano utiliza o chiclete como uma forma de controlar a ansiedade e o nervosismo à beira do gramado.

Antes, nos anos 2000, época em que Ancelotti ganhou notoriedade como técnico, ele fumava com frequência. A prática era bastante comum naquele período e chegou a ser um hábito adotado até mesmo por jogadores de futebol.

No entanto, em 2010, a Fifa proibiu oficialmente o uso de cigarros nas dependências dos estádios.

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A título de curiosidade, em sua estreia pela Seleção Brasileira, Ancelotti mascou nove chicletes durante a partida.

O doce é da marca Big League Chew e custa cerca de 3 euros por unidade. O treinador já chegou a citar a marca ao comentar sobre seu costume, transformando o produto em uma curiosidade entre torcedores e fãs do futebol.

Chiclete na Copa do mundo?

No próximo sábado (13), o Brasil estreia na Copa do Mundo de 2026, e a expectativa é que mais chicletes sejam devorados pelo treinador italiano.

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Após dois amistosos — a goleada sobre o Panamá e o jogo mais truncado contra o Egito —, a Seleção Brasileira encara o Marrocos na estreia da competição.

Somado a isso, Haiti e Escócia também fazem parte do Grupo C e serão os outros dois adversários do Brasil na primeira fase.

Relembre a convocação para a Copa do Mundo

A convocação final da Seleção Brasileira para a Copa do Mundo de 2026 foi anunciada na tarde desta segunda-feira (18) pelo técnico Carlo Ancelotti. Com o retorno de Neymar, a lista contou com surpresas, como Endrick, do Lyon, e Ryan, do Bournemouth.

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Jogadores consagrados e considerados de confiança, como Danilo, do Flamengo, e Casemiro, também foram lembrados pelo treinador italiano.

Entre as ausências, o nome mais comentado foi o de João Pedro. O atacante do Chelsea era figurinha carimbada durante o ciclo de Ancelotti antes da Copa do Mundo.

Durante o evento, Ancelotti comentou de forma descontraída sobre o processo de definição da lista. “Recebi muita ajuda de jornalistas, influenciadores e ex-jogadores do mundo todo. Agradeço pelos conselhos”, brincou o treinador.

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Da lista final, apenas Wesley foi cortado. O jogador se lesionou no último amistoso antes da Copa do Mundo e acabou ficando fora da competição.