Mais experiente, Oswaldo de Oliveira chega empolgado ao Santos

"A promessa que é eu faço é trabalhar muito, com muita dedicação para colocar o Santos no lugar que ele merece, que é no topo”, enfatizou o novo técnico do Peixe

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08 JAN 201414h27

O técnico santista para a temporada de 2014 foi apresentado nesta quarta-feira, na Vila Belmiro. Oswaldo de Oliveira volta ao Santos pela terceira vez e, em sua apresentação oficial, mostrou muito entusiasmo com essa nova chance no alvinegro praiano.

“Estou muito feliz, tenho muito orgulho, estar em santos é um prazer pra mim. Eu acompanhava o Santos, no Maracanã, nos anos 60, sou apaixonado pelo futebol, a cidade de Santos me inspira muito, eu gosto das pessoas, sempre me senti muito bem aqui, considero que hoje estou vivendo um momento único na minha vida”, disse o treinador, que assinou contrato de um ano e vai receber aproximadamente R$ 400 mil por mês.

“A possibilidade de dirigir essa equipe maravilha, a possibilidade de trabalhar com grandes jogadores me motiva muito. A promessa que é eu faço é trabalhar muito, com muita dedicação para colocar o Santos no lugar que ele merece, que é no topo”, enfatizou.

Antes da entrevista coletiva, Oswaldo teve seu primeiro contato com o elenco e aproveitou para mostrar aos jogadores um pouco da sua maneira de trabalhar.

Oswaldo de Oliveira volta ao Santos pela terceira vez e, em sua apresentação oficial, mostrou muito entusiasmo com essa nova chance no alvinegro praiano (Foto: Tiago Salazar/DL)

“Eu disse a eles tudo que eu falei aqui na abertura, da minha satisfação, do meu orgulho de ter sido escolhido para ser o treinador do Santos em 2014, passei o que eu penso sobre o futebol atual, de como eles têm que encarar a responsabilidade de vestir a camisa do Santos, de como eles têm que encarar isso. E principalmente como eu vejo o futebol, de forma coletiva, de entrega, de forma competitiva”.

Oswaldo foi sincero em dizer que não conhece a fundo todo o elenco santista, mas vê o Santos com grande chance de ter um bom time, principalmente pela base deixada por Claudinei Oliveira.

“Eu gosto muito da base deixada, não conheço bem a maioria dos jogadores, conheço três que jogaram comigo anteriormente, Léo, Arouca e Dracena, os outros eu conheço como adversários, uma garotada que eu vi contra o Criciúma e o último jogo da Copinha. Eu estou só reconhecendo, só sabendo por enquanto. Agora, com a execução do trabalho no campo e com os jogos, nós vamos ter muita mais convicção de trabalho e consciência daquilo que a gente pode contar”.

Base

Oswaldo de Oliveira mostrou uma boa percepção para revelar jogadores da base com seu trabalho pelo Botafogo, além de já ter tido sucesso com jovens no Corinthians e no Fluminense.

“A gente não faz milagre, não se programa. Jogadores são seres humanos, têm qualidades natas que são desenvolvidas em treinamento. O atleta tem o seu momento e eu tenho tido a felicidade de saber escolher. A pressão não pode ser pelo Robinho e Neymar e Diego e Ganso, não me furto à possibilidade, não tenho medo de lançar jogador novo, mas também não tenho medo de vetar jogador velho, eu gosto de jogador bom, independente da idade”.