Às vésperas do início da Copa do Mundo de 2026, o torneio começa a ganhar novas experiências para a campanha das equipes na competição, que tem o jogo de abertura marcado para o dia 11 de junho e a grande final 19 de julho.
O sonho segue vivo?
Segundo a Opta, supercomputador que simula e analisa dados estatísticos com precisão e quantidade, a Espanha, atual campeã europeia, é a grande favorita antes do pontapé inicial, com 16.1% das mais de 10.000 simulações levantando a taça do torneio.
Em contrapartida, há quem ache que a atual campeã do mundo tenha vaga cativa no pódio. A Argentina ocupa apenas a 4ª posição do ranking da IA, com 10.4% das oportunidades consagrando os “hermanos” tetracampeões do mundo.
Agora, pensando na Seleção Brasileira, a realidade fictícia é tanto quanto esperada: 6ª posição com 6.6% de aproveitamento.
Podemos entender a colocação brasileira no ranking da Opta, muito em conta do péssimo aproveitamento já nas eliminatórias para a Copa do Mundo e o ciclo sendo quebrado em quatro pedaços após a saída de Tite, em 2022.
Previsão na fase de grupos
Na primeira fase do torneio, o Brasil costuma crescer quando escuta o tiro de largada. Desde 1982, a Seleção Brasileira lidera seu grupo na fase de grupos e tranquiliza os brasileiros no começo da competição. As chances são mais de 60% em classificação no primeiro lugar no Grupo C – que conta com Marrocos, Escócia e Haiti.
Para o restante do top 10, os países podem ficar tranquilos com uma possível desclassificação precocemente na primeira fase da competição. Todos possuem mais de 60% de chance de classificação sem sustos nos três primeiros jogos.
Confira o ranking completo:
Ficha técnica dos campeões
A Espanha liderada por Lamine Yamal assume a liderança do ranking com 16.1% de chance do título e se tornar bicampeões do mundo – primeira e última vez foi em 2010.
A “Roja” vê o companheiro de continente, a França na cola e atuais vice-campeões do mundo. Os franceses tem 12% de probabilidade de conquistar o tricampeonato em 2026.
Outro ponto de destaque é o fato de ter apenas Argentina e Brasil representando o continente sul-americano entre os 10 candidatos ao título. A Europa domina as primeiras colocações, com Espanha, França, Inglaterra, Argentina, Portugal, Brasil, Alemanha, Holanda, Noruega e Bélgica fechando os dez primeiros colocados, respectivamente.
Ainda assim, o Brasil agarra as expectativas em um recorde negativo que foi superado em 1994 após o longo jejum de 24 anos sem erguer o troféu de campeão do mundo, situação comparada a dos dias atuais.
Caso não vença a Copa do Mundo deste ano, que será a maior edição de todos os tempos, com 48 seleções e 104 jogos, o hexa seguirá nos pensamentos dos brasileiros e um novo recorde será criado: 28 anos + sem ganhar a Copa do Mundo.







