A pressão alta é uma condição muito comum e perigosa, podendo desencadear outros problemas de saúde. Por outro lado, a pressão baixa também tem diversas consequências.
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Não tem uma resposta simples e única, pois ambas as medidas significam informações diferentes e complementares sobre a saúde cardiovascular.
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Porém, dependendo da idade e do contexto clínico, uma pode sim ser mais relevante do que a outra.
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Pressão Máxima (sistólica)
- É a pressão nas artérias quando o coração se contrai e bombeia o sangue.
- Exemplo: em uma medição de 130/80, o 130 é a pressão máxima.
- Após os 50 anos: com o avanço da idade, a rigidez das artérias tende a aumentar especialmente a pressão sistólica.
- Valores elevados estão fortemente associados ao risco de infarto, AVC e insuficiência cardíaca.
- Em pessoas idosas, é geralmente o parâmetro mais indicativo de eventos cardiovasculares.
Pressão Mínima (diastólica)
- É a pressão nas artérias entre um batimento cardíaco e outro, quando o coração relaxa. Exemplo: em uma medição de 130/80, o 80 é a pressão mínima.
- Mais importante em jovens e adultos com menos de 50 anos.
- Se for muito baixa, por exemplo, abaixo de 60 mmHg, pode indicar que o coração e o cérebro estão recebendo menos sangue durante o intervalo entre os batimentos.
Valores muito altos ou muito baixos da pressão mínima podem ser problemáticos, especialmente em pessoas mais jovens.
Tanto a pressão arterial máxima quanto a mínima são importantes para a saúde cardiovascular, mas estudos mostram que a pressão sistólica (máxima) é um indicador mais preciso de doenças cardíacas e AVC, especialmente em pessoas com mais de 50 anos.
- A pressão máxima elevada é mais comum com o envelhecimento e está mais diretamente associada a problemas graves como infarto e AVC.
- Já a pressão diastólica (a mínima) é mais relevante em jovens.
Pesquisas amplas indicam que uma pressão sistólica muito elevada tem maior impacto no risco cardiovascular do que a pressão mínima, embora ambas contribuam de forma independente para esse risco.
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Nos idosos, a pressão alta isolada (sistólica alta com diastólica normal) é particularmente perigosa, e reduzir a pressão máxima comprovadamente diminui os eventos cardiovasculares.
- A pressão máxima geralmente é mais crucial para prever e prevenir eventos cardiovasculares, especialmente em adultos de meia-idade e idosos.
- Nos idosos, dá-se mais atenção à pressão máxima, devido à prevalência da hipertensão sistólica isolada.
- Nos jovens adultos, ambas as pressões têm peso semelhante na avaliação do risco.
- Uma pressão sistólica isoladamente alta (acima de 140 mmHg com mínima normal) continua sendo um fator de risco importante.
- A pressão diferencial (diferença entre a máxima e a mínima) também é um indicador relevante da rigidez arterial.
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