o céu será palco de um eclipse solar anular, quando a Lua passa entre a Terra e o Sol, mas não cobre completamente o disco solar / Freepik
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Nesta terça-feira (17), o céu será palco de um eclipse solar anular, quando a Lua passa entre a Terra e o Sol, mas não cobre completamente o disco solar. O resultado é o chamado “Anel de Fogo”, efeito visual em que um aro luminoso permanece visível ao redor da Lua.
Apesar de boatos nas redes sociais sobre um suposto “apagão global”, não haverá escuridão total. Diferentemente do eclipse total, no anular parte da luz solar continua visível.
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Pelo horário de Brasília (UTC−3), o fenômeno começa às 6h56. A fase anular tem início por volta das 8h42, com máximo às 9h12. O encerramento ocorre às 11h27.
O eclipse anular ocorre porque, nesse momento, a Lua está mais distante da Terra (no apogeu) e aparenta ser menor no céu. Assim, não consegue encobrir totalmente o Sol.
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A principal diferença entre os tipos de eclipse está na cobertura do disco solar:
O fenômeno é diferente do eclipse lunar, quando a Terra projeta sua sombra sobre a Lua — evento visível à noite e sem risco à visão.
A faixa de anularidade cruzará áreas bastante isoladas do planeta, com o ponto máximo ocorrendo sobre a Antártica. Já o eclipse parcial poderá ser visto no extremo sul da América do Sul (como regiões do Chile e da Argentina), no sul da África e em áreas dos oceanos Pacífico, Atlântico e Índico.
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O 'Anel de Fogo' vem aí: O guia completo para o eclipse solar desta terça
Como o trajeto do “Anel de Fogo” passa por regiões remotas, ainda não há transmissões oficiais confirmadas. Plataformas científicas e observatórios costumam anunciar lives poucos dias antes do evento.
Para quem tentar observar diretamente, é fundamental utilizar óculos apropriados para eclipse solar. Olhar para o Sol sem proteção pode causar danos permanentes à visão.
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