O ‘Anel de Fogo’ vem aí: O guia completo para o eclipse solar desta terça

tão esperado dia do eclipse "anel de fogo" finalmente está chegando

O eclipse solar anular acontece quando a Lua se alinha entre a Terra e o Sol, mas está em um ponto mais distante de sua órbita

O eclipse solar anular acontece quando a Lua se alinha entre a Terra e o Sol, mas está em um ponto mais distante de sua órbita | Freepik

O tão esperado dia do eclipse “anel de fogo” finalmente está chegando. O fenômeno natural acontece nesta terça-feira (17).

O espetáculo poderá ser visto em determinadas regiões do Brasil, a depender da posição geográfica e das condições do tempo no momento do evento.

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O eclipse solar anular acontece quando a Lua se alinha entre a Terra e o Sol, mas está em um ponto mais distante de sua órbita. Por causa disso, ela não cobre totalmente o astro-rei, deixando uma borda luminosa visível ao redor — o famoso efeito chamado de “anel de fogo”.

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Diferentemente do eclipse total, a claridade não desaparece por completo. O ambiente pode ganhar tonalidades mais quentes, com nuances alaranjadas e avermelhadas, criando um cenário incomum e bastante impressionante para quem observa.

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Além desse fenômeno, o calendário astronômico já reserva outros eventos importantes, como o eclipse lunar previsto para 3 de março de 2026, que também deve chamar a atenção dos admiradores do céu.

Atenção redobrada na hora de observar

A contemplação de um eclipse solar exige cuidados rigorosos. Mesmo com o Sol parcialmente encoberto, a radiação continua intensa e pode provocar lesões sérias e irreversíveis nos olhos.

Por isso, é indispensável utilizar óculos próprios para eclipse, com certificação adequada. Óculos escuros convencionais, películas improvisadas, radiografias ou vidros fumê não oferecem proteção segura.

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Quem pretende usar binóculos, telescópios ou câmeras precisa redobrar a cautela: esses equipamentos só podem ser utilizados com filtros solares específicos e corretamente instalados, pois ampliam a incidência da luz solar e aumentam o risco de danos oculares.

Também é essencial orientar crianças e pessoas desavisadas, evitando qualquer tentativa de olhar diretamente para o fenômeno sem proteção, mesmo que seja por poucos segundos.

No caso do eclipse anular, não existe um intervalo seguro para observação a olho nu — inclusive no momento em que o “anel de fogo” está plenamente visível. Seguir as recomendações é a única forma de apreciar o evento com tranquilidade e sem comprometer a saúde da visão.