No Haru Temakeria e Sushi, rede com unidades em Santos e Praia Grande, esse cuidado começa fora do salão / Divulgação
Continua depois da publicidade
Quem escolhe um restaurante japonês espera, antes de tudo, frescor. No litoral paulista, onde as temperaturas frequentemente ultrapassam os 30 °C, manter a qualidade e a segurança do peixe cru exige mais do que bons fornecedores: requer logística, técnica e controle rigoroso.
No Haru Temakeria e Sushi, rede com unidades em Santos e Praia Grande, esse cuidado começa fora do salão. A operação é sustentada por um centro próprio de armazenamento e distribuição, responsável por abastecer as três unidades da marca na região. É ali que peixes e frutos do mar passam por limpeza manual detalhada, peça por peça, antes de seguirem para as lojas.
Continua depois da publicidade
Segundo o sócio-fundador Tarso Ghiuro Passarelli, o processo segue um padrão contínuo desde a criação da marca. “Não abrimos mão de manter a mesma qualidade e respeito ao cliente em cada etapa”, afirma. Apenas de salmão, a equipe processa cerca de 25 caixas de 32 quilos por dia. Todo o pescado tem as espinhas retiradas manualmente e já chega às unidades pronto para a finalização.
Após a limpeza, o pescado passa por selagem a vácuo imediata, técnica que reduz o contato com o ar e contribui para a preservação da textura, do sabor e da segurança alimentar. Cada item é etiquetado e encaminhado para câmaras de armazenamento específicas.
Continua depois da publicidade
A operação conta com duas estruturas distintas: uma câmara de congelamento, com temperaturas entre -18 °C e -22 °C, onde os produtos podem ser armazenados por até 12 meses, e uma câmara refrigerada, mantida a 8 °C, destinada a itens frescos e pescados do dia. A logística é planejada para que os insumos cheguem às unidades no mesmo dia em que são processados.
O controle ganha ainda mais relevância durante o verão, quando o movimento nas unidades aumenta cerca de 30%. O impacto do calor não afeta apenas o consumo, mas também eleva os riscos associados à conservação inadequada de alimentos.
Saiba quais os 5 melhores restaurantes de comida japonesa do litoral de SP
Continua depois da publicidade
Esse cuidado se reflete no cardápio, que aposta em pratos leves e de consumo compartilhado, como o Ceviche Haru, preparado com polvo, salmão e peixe branco. Combinações maiores, como o Combinado Hashi com 75 peças, atendem grupos e figuram entre os pedidos mais frequentes da estação.
Mais do que sabor, o frescor do peixe cru está diretamente ligado à saúde do consumidor. Tarso alerta para os riscos do consumo de pescado sem procedência adequada, especialmente em períodos de alta temperatura. “O cliente deve observar a refrigeração e a origem do produto. Locais improvisados ou sem controle aumentam significativamente o risco de intoxicação alimentar”, afirma.
Com 16 anos de atuação, o Haru Temakeria e Sushi integra o cenário gastronômico da Baixada Santista com unidades nos shoppings Parque Balneário e Praiamar, em Santos, e Litoral Plaza, em Praia Grande. A rede opera com diferentes modelos de atendimento, incluindo à la carte, self-service a quilo, festival e delivery, além de contar com um programa de fidelidade próprio. Atualmente, o grupo emprega mais de 100 colaboradores.
Continua depois da publicidade