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Cientistas encontram formiga extinta fossilizada com aproximadamente 40 milhões de anos

Além do insento, outras espécies milenares foram encontradas dentro de pedaços de âmbar do Mar Báltico

Maria Clara Pasqualeto

Publicado em 27/01/2026 às 09:55

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Invisível a olho nu, a formiga da espécie extinta Ctenobethylus goepperti foi analisada com tecnologia moderna / Reprodução/Bernhard Bock/Daniel Tröger

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Há muito tempo atrás, no Mar Balítico, o pesquisador alemão Johann Wolfgang von Goethe coletou pedaços de âmbar espalhados pela água azulada. No entanto, outros seguiram seu legado, fazendo uma descoberta científica inédita e surpreendente. 

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Cientistas descobriram que, na realidade, uma dessas pedras recuperadas continha, em seu interior, um fóssil de uma formiga com cerca de 40 milhões de anos. O animal não é visível a olho nu, deste modo, o processo foi complexo.

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Segundo um artigo alemão, a formiga pertencia à espécie Ctenobethylus goepperti, que já foi extinta. Vale lembrar que a formiga mais antiga do mundo foi encontrada no Brasil.

Invisível a olho nu, a formiga da espécie extinta Ctenobethylus goepperti foi analisada com tecnologia moderna. Reprodução/Bernhard Bock/Daniel Tröger
Invisível a olho nu, a formiga da espécie extinta Ctenobethylus goepperti foi analisada com tecnologia moderna. Reprodução/Bernhard Bock/Daniel Tröger
No interior de uma pedra de âmbar, cientistas identificaram o fóssil de uma formiga com cerca de 40 milhões de anos, preservada de forma extraordinária. Reprodução/Bernhard Bock/Daniel Tröger
No interior de uma pedra de âmbar, cientistas identificaram o fóssil de uma formiga com cerca de 40 milhões de anos, preservada de forma extraordinária. Reprodução/Bernhard Bock/Daniel Tröger

Mas, mesmo com tantos anos terem se passado, o inseto foi encontrado em bom estado de preservação, possibilitando que análises mais detalhadas fossem realizadas por profissionais especializados. 

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Além da formiga, foram encontrados outros animais preservados - sendo estes uma mosca-dos-fundos e um borrachudo. Do mesmo modo, as peças de âmbar estão localizadas no Museu Nacional Goethe, em Weimar, na Alemanha. 

Aproveite e leia também: Descoberta inédita no fundo do oceano que pode reescrever a história da vida.

*O texto contém informações do portal Welt

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