Invisível a olho nu, a formiga da espécie extinta Ctenobethylus goepperti foi analisada com tecnologia moderna / Reprodução/Bernhard Bock/Daniel Tröger
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Há muito tempo atrás, no Mar Balítico, o pesquisador alemão Johann Wolfgang von Goethe coletou pedaços de âmbar espalhados pela água azulada. No entanto, outros seguiram seu legado, fazendo uma descoberta científica inédita e surpreendente.
Cientistas descobriram que, na realidade, uma dessas pedras recuperadas continha, em seu interior, um fóssil de uma formiga com cerca de 40 milhões de anos. O animal não é visível a olho nu, deste modo, o processo foi complexo.
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Segundo um artigo alemão, a formiga pertencia à espécie Ctenobethylus goepperti, que já foi extinta. Vale lembrar que a formiga mais antiga do mundo foi encontrada no Brasil.
Mas, mesmo com tantos anos terem se passado, o inseto foi encontrado em bom estado de preservação, possibilitando que análises mais detalhadas fossem realizadas por profissionais especializados.
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Além da formiga, foram encontrados outros animais preservados - sendo estes uma mosca-dos-fundos e um borrachudo. Do mesmo modo, as peças de âmbar estão localizadas no Museu Nacional Goethe, em Weimar, na Alemanha.
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*O texto contém informações do portal Welt
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