UE pede para Mianmar e Tailândia tomarem medidas em relação aos rohingyas

Segundo a Organização das Nações Unidas, os rohingya são um dos grupos mais perseguidos do mundo

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21 MAI 201515h33

Os legisladores da União Europeia pediram para Mianmar acabar com a perseguição aos muçulmanos rohingya e para a Tailândia começar as investigações sobre os relatos de valas com centenas de pessoas da minoria muçulmana.

Em um comunicado divulgado nesta quinta-feira, os legisladores também pediram para o governo da Tailândia e autoridades para "acabar com qualquer cumplicidade com as gangues que traficam os cidadãos rohingya e outros imigrantes na Tailândia".

Segundo a Organização das Nações Unidas (ONU), os rohingya são um dos grupos mais perseguidos do mundo. Nem Mianmar e nem Bangladesh reconhecem eles como cidadãos e o grupo tem enfrentado uma crescente discriminação.

Milhares de rohingya em Bangladesh fugiram de barco e muitos estão presos a bordo sem comida e sem água.