Sumidos, relógios de Santos voltarão às ruas no próximo verão

Serão 40 relógios e 39 totens/placas a ser instalados nas vias públicas e também dentro de equipamentos da Prefeitura

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12 SET 2019Por Da Reportagem14h38
Setenta e nove pontos de Santos serão contemplados com relógios ou totens/placas inteligentesFoto: Nair Bueno/DL

Setenta e nove pontos de Santos serão contemplados com relógios ou totens/placas inteligentes. É o que prevê a licitação que está em andamento na Prefeitura para contratar a empresa responsável pelo fornecimento, instalação, operação, manutenção e exploração publicitária desse tipo de mobiliário, que também fornecerá acesso gratuito à internet via wi-fi nas imediações.

Serão 40 relógios e 39 totens/placas a ser instalados nas vias públicas e também dentro de equipamentos da Prefeitura onde há grande circulação de pessoas como atrações turísticas, unidades de saúde, espaços culturais e escolas. Além do horário e da temperatura, o mobiliário veiculará informações importantes para a população como avisos de ressaca, por exemplo.

A abertura dos envelopes das empresas interessadas está marcada para 23 de setembro.

"Os relógios fazem parte da vida do santista, que tem o hábito de verificar o horário e a temperatura por meio desses equipamentos. Agora, ele terá mais opções de locais para realizar essa consulta, além de usufruir de serviço gratuito de Internet. Nossa expectativa é de que na próxima temporada de verão (2019/2020) já estejamos com equipamentos funcionando", afirma Flávio Jordão, secretário de Comunicação e Relações Institucionais.

Em dezembro do ano passado, o Ministério Público Estadual (MPE) entrou com uma ação na Justiça pedindo a retirada de todos os relógios eletrônicos. Isso porque não havia contrato em vigor. A exploração de propaganda nesses espaços públicos era ilegal desde maio de 2013, quando o contrato venceu. Desde então, a Prefeitura deixou de recolher as taxas e permitiu que as empresas continuassem explorando e ganhando com propaganda, sem fazer nova licitação.

Após ação do MPE, o prefeito de Santos, Paulo Alexandre Barbosa, determinou a remoção de todos os relógios.

"Os relógios pertenciam a uma empresa, cuja vigência do termo de permissão do uso do espaço público expirou e, por conta disso, os relógios foram removidos pela mesma", informou, em nota, a Prefeitura.

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