Santos chega a 16 casos confirmados de varíola dos macacos

Todos os residentes em Santos confirmados ou suspeitos da doença são acompanhados pela Seviep

Santos ainda possui 11 casos suspeitos, pessoas que estão em isolamento domiciliar enquanto o Município aguarda o resultado de exames enviados ao Instituto Adolfo Lutz

Santos ainda possui 11 casos suspeitos, pessoas que estão em isolamento domiciliar enquanto o Município aguarda o resultado de exames enviados ao Instituto Adolfo Lutz | Udomkarn Chitkul/istock

A Seção de Vigilância Epidemiológica (Seviep), da Secretaria de Saúde de Santos, registrou, nesta quinta-feira (15), mais um caso da varíola dos macacos, totalizando 16 casos confirmados na Cidade. Até o momento, todos os infectados são homens adultos sem sinais de gravidade da doença. Destes, 13 já cumpriram o período de isolamento e estão recuperados.

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Santos ainda possui 11 casos suspeitos, pessoas que estão em isolamento domiciliar enquanto o Município aguarda o resultado de exames enviados ao Instituto Adolfo Lutz, laboratório de referência do governo estadual.

Todos os residentes em Santos confirmados ou suspeitos da doença são acompanhados pela Seviep. A pessoa que identificar algum dos sintomas da doença (ver abaixo) deve procurar a policlínica de referência do seu bairro, de segunda a sexta-feira, das 8h às 16h, ou ir a uma das três Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) da Cidade, que funcionam todos os dias (24 horas).

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SINTOMAS.
Os primeiros sinais da doença após a infecção costumam ser febre, dor muscular, fadiga, fraqueza, dor de cabeça, nas costas e nos gânglios (especialmente atrás da orelha e cabeça).

Depois de três dias, surgem erupções na pele a partir do local da infecção primária, que se espalham rapidamente para outras partes do corpo.

As lesões continuam a progredir, geralmente dentro de 12 dias, para uma aparência mais sólida (pápula).

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O infectado deixa de contaminar outras pessoas após o desaparecimento das lesões.


PREVENÇÃO.
•    Evitar contato íntimo ou sexual com pessoas que tenham lesões na pele
•    Evitar beijar, abraçar ou fazer sexo com alguém com a doença
•    Higienizar as mãos com água e sabão e usar álcool em gel
•    Não compartilhar roupas de cama, toalhas, talheres, copos, objetos pessoais ou brinquedos sexuais
•    Usar máscaras, protegendo-se contra gotículas de saliva, entre casos confirmados e contactantes