Segundo especialistas, depois de uma determinada idade não é necessário mais tomar banhos da mesma forma todos os dias / Imagem Gerada por IA/Google Gemini
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No Brasil, o banho diário é mais do que um hábito; é uma tradição cultural. No entanto, para quem já passou dos 65 anos, esse ritual pode se transformar em um desafio. Além dos riscos de quedas, o excesso de água e sabão pode ser um inimigo silencioso da saúde da pele madura.
Diante desse cenário, surge a dúvida: com que frequência um idoso precisa, de fato, tomar banho para se manter saudável?
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Embora a higiene seja essencial, o corpo envelhecido não responde à água da mesma forma que o de um jovem de 30 anos. Com o passar do tempo, a derme torna-se mais fina e a produção de óleos naturais diminui drasticamente.
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Segundo dermatologistas, o banho completo diário não é uma regra universal na terceira idade. O excesso de água quente e agentes químicos retira a proteção lipídica da pele, causando:
Uma experiência realizada em uma residência assistida na França revelou uma alternativa eficaz. Ao serem consultados sobre sua autonomia, a maioria dos idosos optou por um modelo híbrido.
A chamada "Regra dos Três Banhos" consiste em:
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Quando o cronograma foi flexibilizado, os especialistas notaram que a resistência ao banho diminuiu. Os idosos passaram a encarar o momento não como uma obrigação imposta, mas como um ato de autocuidado escolhido.
Para idosos saudáveis e com mobilidade preservada, o ritmo ideal é aquele que respeita a biologia. O objetivo agora é substituir o conceito de "limpo impecável" pelo de "limpo com segurança e saúde".
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