Projeto de transporte hidroviário para região tem financiamento aprovado

Iniciativa, apoiada pela deputada federal Rosana Valle, prevê atender 9 cidades da Baixada, além de Ilhabela

Um serviço de transporte hidroviário entre as nove cidades da Baixada Santista, além de uma linha Santos-Ilhabela, pode ser viabilizado

Um serviço de transporte hidroviário entre as nove cidades da Baixada Santista, além de uma linha Santos-Ilhabela, pode ser viabilizado | Divulgação

O projeto de transporte hidroviário entre as nove cidades da Baixada Santista, da SPHIDRO, recebeu aprovação do Conselho Diretor do Fundo da Marinha Mercante (FMM) para financiar a construção de 14 embarcações. A iniciativa foi protocolada no Ministério da Infraestrutura (Minfra) com apoio da deputada federal Rosana Valle (PSB)

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A região foi incluída num pacote para o setor naval brasileiro que terá R$ 1,028 bilhão em investimentos para construir, reparar, converter ou modernizar embarcações. Serão R$ 803,8 milhões em 12 novos projetos e outros R$ 224,7 milhões para três propostas reapresentadas. 

A decisão atende uma parte do antigo projeto da SPHIDRO, que tem objetivo final de conseguir 58 embarcações e a construção de 18 terminais de passageiros, com investimento total de R$ 220 milhões.

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O projeto inclui até uma linha Santos-Ilhabela e foi apresentado à deputada, que defende iniciativas que criem novas opções de transporte público na região e que também representem um incentivo ao turismo. 

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A empresa informou que “o apoio da deputada tem sido essencial, muito importante”. Agora, os técnicos aguardam a publicação da resolução do FMM no Diário Oficial da União para ter acesso a mais detalhes.
 
Rosana Valle ficou animada por um estaleiro do Complexo Industrial Naval do Guarujá (CING), da Navalbrás, já ter começado a produção das embarcações, em casco de alumínio, com tecnologia e material que segue projeto da empresa Duncan & Lopes, de acordo com a tendência internacional de proteção ambiental. “Precisamos dar novas opções de transporte à população”, disse a deputada.
  
Uma das primeiras linhas planejada ligaria Santos a Guarujá e Bertioga, atendendo uma necessidade do contingente de funcionários do serviço público de Bertioga, que residem em Santos e Guarujá, e usariam a linha que percorreria o canal de águas abrigadas que liga os municípios, a exemplo do que já ocorreu no passado, quando uma embarcação turística fazia o serviço.

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Uma embarcação, modelo catamarã, rápida e potente, de 30 metros, também faria a ligação Santos-Ilhabela com capacidade de até 350 passageiros. 

A expectativa, após a construção das embarcações, é que as primeiras linhas entrem em operação entre oito a dez meses. 

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Confira os projetos aprovados:

Novos Projetos

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Construção de 1 embarcação do tipo PSV 4.500 para apoio marítimo – Bram Offshore Transportes Marítimos Ltda;

Construção de 2 embarcações do tipo Ferry Boat para transporte de passageiros – Internacional Marítima Ltda;

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Construção de 1 embarcação do tipo dique flutuante – Internacional Marítima Ltda;

Construção de 2 embarcações, sendo uma balsa e um empurrador para navegação interior movido a gás natural – Amazon Green Power Logística AGP-LOG Ltda;

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Construção de 14 embarcações de passageiro,  – SPHIDRO S.A;

Reparo de 2 embarcações do tipo FSV (UT 4.000) para certificação de classe – Baru Offshore Navegação Ltda;

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Reparo de 4 embarcações do tipo PSV para certificação de classe – Bram Offshore Transportes Marítimos Ltda;

Conversão de 4 embarcações do tipo PSV – Bram Offshore Transportes Marítimos Ltda;

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Conversão de 1 embarcação, do tipo PSV em OTSV para apoio marítimo – Belov Engenharia S.A;

Modernização de 3 embarcações, do tipo PSV para troca do sistema de posicionamento dinâmico de DP1 para DP2 – Magallanes Navegação Brasileira S.A;

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Conversão de 2 embarcações do tipo PSV – – Wilson, Sons Offshore S.A;

Modernização de 4 embarcações do tipo PSV – Wilson, Sons Offshore S.A.

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Projetos Reapresentados

Reparo de 3 embarcações, sendo 1 AHTS e 2 PSV – Companhia Brasileira de Offshore – CBO;

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Modernização de 3 embarcações, sendo 1 AHTS e 2 PSV – Companhia Brasileira de Offshore – CBO;

Reparo com Docagem de 14 embarcações sendo 5 do tipo PSV, 5 AHTS, 2 OSRV e 2 RSV – Companhia Brasileira de Offshore – CBO.