Prefeito de Santos diz que praias não serão fechadas e pede apoio do governo estadual

O uso da faixa de areia está restrito a esportes individuais e caminhadas. Guarda-sóis e cadeiras, assim como o comércio ambulante, estão proibidos

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03 MAR 2021Por Pedro Henrique Fonseca20h23
Rogério Santos revelou que as praias de Santos não serão fechadas na fase vermelha do Plano SPRogério Santos revelou que as praias de Santos não serão fechadas na fase vermelha do Plano SPFoto: Reprodução

O prefeito Rogério Santos (PSDB), disse em entrevista, na noite desta quarta-feira (3), que as praias de Santos não serão fechadas durante o período de 14 dias em que o Estado de São Paulo ficará na fase vermelha do Plano SP. No entanto, o uso da faixa de areia está restrito a esportes individuais e caminhadas. Guarda-sóis e cadeiras, assim como o comércio ambulante, estão proibidos. O anúncio da mudança de fase foi feito pelo governador João Doria nesta tarde.

O mandatário santista disse também que espera apoio do governo e listou medidas que ajudariam a região. Ele solicita que barreiras sanitárias sejam feitas nas estradas de acesso à Baixada Santista, aumento do efetivo da Polícia Militar durante 14 dias e que a Operação Descida, no Sistema Anchieta-Imigrantes, não aconteça nestes dois próximos finais de semana.

"Faremos barreiras sanitárias nas entradas das cidades da região junto ao Governo do Estado. A decisão, o decreto, é estadual. Cabe aos municípios apoio à fiscalização estadual e é isso que nós queremos: contribuir com o Governo do Estado para que [o Plano SP] seja mais efetivo ainda, evitando o deslocamento de pessoas de outras regiões".

Comerciantes

Em relação ao comércio, um dos ramos mais afetados pela mudança de fase, Rogério Santos (PSDB) disse que buscará soluções dentro da legalidade do Plano SP.

"Estamos preocupados, iremos conversar com todos os ramos de atividades comerciais, pois isso vai gerar um grande impacto econômico e social. Vamos conversar com os comerciantes para buscar soluções conjuntas, mas sempre dentro da legalidade".