Cotidiano

Mpox: Santos tem 2 casos confirmados da doença e estado de São Paulo chega a 44

Segundo informações do Núcleo de Informações Estratégicas de Saúde, pelo qual quase 200 casos chegaram a ser notificados

Gabriel Fernandes

Publicado em 20/02/2026 às 11:51

Atualizado em 20/02/2026 às 15:00

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Embora não exista um tratamento antiviral específico para os casos de Mpox, o manejo é sintomático e inclui tratamentos comuns / Pranidchakan Boonrom/Pexels

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O Estado de São Paulo registrou durante os dois primeiros meses de 2026, 44 casos confirmados de Mpox, com dois deles em Santos. Segundo informações do Núcleo de Informações Estratégicas de Saúde (NIES), 183 casos foram notificados, com 44 sendo confirmados e 69 suspeitos.

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O primeiro caso em Santos foi registrado no começo de janeiro, em uma pessoa do sexo masculino com idade entre 30 e 34 anos. Entre os sintomas estavam febre, astenia e lesão cutânea.

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Segundo a Prefeitura do municipio, ambos os pacientes diagnosticados com a Mpox passaram por tratamento e tiveram uma boa evolução no tratamento e estão curados.

Características

As pessoas diagnosticadas com Mpox são lesões cutâneas, com manchas avermelhadas que evoluem para pápulas (pequenas elevações), depois para vesículas e, posteriormente, bolhas cheias de líquido.

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As lesões costumam a aparecer no rosto, tronco, braços e pernas, sendo comuns na região genital, podendo causar dores e coceiras, tentando evoluir para crostas antes da cicatrização. O ciclo completo costuma durar de duas a quatro semanas.

Sua transmissão acontece por intermédio de contato direto com pessoas e animais silvestres que estão contaminados com a Mpox.

As pessoas diagnosticadas com Mpox são lesões cutâneas, com manchas avermelhadas que evoluem para pápulas e pequenas elevações (Freepik/Divulgação)
As pessoas diagnosticadas com Mpox são lesões cutâneas, com manchas avermelhadas que evoluem para pápulas e pequenas elevações (Freepik/Divulgação)
As lesões costumam a aparecer no rosto, tronco, braços e pernas, sendo comuns na região genital, podendo causar dores e coceiras (Google Gemini/Imagem Gerada por IA)
As lesões costumam a aparecer no rosto, tronco, braços e pernas, sendo comuns na região genital, podendo causar dores e coceiras (Google Gemini/Imagem Gerada por IA)
Mesmo que o tratamento possa ser feito com medicamentos comuns para os sintomas, em situações mais severas, pode ser necessária a internação do paciente (Pranidchakan Boonrom/Pexels)
Mesmo que o tratamento possa ser feito com medicamentos comuns para os sintomas, em situações mais severas, pode ser necessária a internação do paciente (Pranidchakan Boonrom/Pexels)

Tratamento

Embora não exista um tratamento antiviral específico para os casos de Mpox, o manejo é sintomático e inclui tratamentos comuns de :

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  • Controle de febre
  • Analgésicos para dores musculares
  • Cuidados locais com lesões
  • Monitoramento clínico

Entretanto, em situações mais severas, pode ser necessária a internação do paciente.

Prevenções

A Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo (SES-SP) informou em nota que contínua monitorando o cenário epidemiológico da mpox no estado.

Todas as unidades de saúde estaduais seguem os protocolos técnicos de vigilância, testagem e acompanhamento de casos para garantir uma resposta rápida e eficaz à doença.

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